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Quem está pagando a viagem de Gleisi a Venezuela, quer saber o Deputado

Deputado federal questiona se a viagem de Gleisi para posse de Maduro na Venezuela seria fruto de caixa dois.

A viagem da presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Gleisi Hoffmann, a Venezuela, em apoio ao ditador Nicolás Maduro, está sendo alvo de intenso repúdio nas redes sociais.

Após dúvidas serem levantadas sobre de onde estava saindo o dinheiro para o pagamento das despesas de viagem de Gleisi, o PT tentou oferecer uma explicação.

A legenda disse que Gleisi viajou para a posse do ditador Nicolás Maduro com despesas pagas pelos cofres do próprio PT, informa “O Antagonista“.

A explicação do PT não convenceu o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS). Ele disse ao jornal que vai tentar entender melhor essa história.

O parlamentar provocou:

Se o Brasil não reconhece o governo do Maduro, será que ela poderia usar verba pública para ir a esta posse? Em tese, o PT só tem dinheiro de fundo partidário e público. Ou é caixa dois?


Presidente eleito Jair Bolsonaro fará exames pré-operatórios na próxima semana

Antes de ser submetido a cirurgia para reversão da colostomia, Bolsonaro irá ao hospital Albert Einstein na semana que vem.

O presidente eleito Jair Bolsonaro vai realizar exames na semana que vem no hospital Albert Einstein, em São Paulo, antes de ser submetido a cirurgia para reversão da colostomia.

Os exames preparatórios serão realizados para poder marcar a retirada da bolsa de colostomia que Bolsonaro está usando desde que foi alvo de uma facada durante evento de campanha em Juiz de Fora, em setembro.

“São exames que vão preparar para a cirurgia”, disse uma fonte em sigilo.

A operação está marcada o início de dezembro e, após a intervenção, Bolsonaro precisará de duas semanas de recuperação plena para estar em condições de participar da cerimônia de posse em 1º de janeiro.

Doria assume, faz aceno a vereadores e promete ‘dia de gari’

Prefeito pregou ‘respeito’ pelo Legislativo e falou em ‘humildade’ ao convocar vice e secretários a varrerem ruas no programa Cidade Linda

Ao tomar posse como prefeito de São Paulo neste domingo, João Doria (PSDB) fez um discurso breve, de pouco mais de cinco minutos, repleto de acenos aos vereadores paulistanos. O primeiro dos dez tópicos apresentados pelo tucano como bases de seu mandato foi o “respeito ao Legislativo”.

“O prefeito estará aqui todo mês, despachando na Câmara Municipal”, disse Doria, reverberando uma de suas promessas de campanha. Ao anunciar a intenção de manter harmonia com os legisladores municipais, o prefeito citou o petista Eduardo Suplicy, vereador mais votado na capital paulista e do Brasil, e o tucano Mário Covas Neto, o Zuzinha, com quem recentemente se indispôs ao preteri-lo na disputa à presidência da Câmara.

Assim como fez durante toda a campanha eleitoral, que o levou à vitória ainda no primeiro turno, feito inédito em São Paulo, Doria voltou a ressaltar que é um “gestor”. “Fomos eleitos defendendo a gestão, sou um gestor e farei gestão na prefeitura, respeitando os políticos, como meu pai, que foi deputado federal. No Executivo, serei um administrador da cidade”, disse o prefeito, que também pregou “respeito à eficiência e à inovação”.

Após enumerar os dez mandamentos de seu mandato na prefeitura de São Paulo, entre os quais “respeito ao Judiciário”, “respeito ao povo”, “respeito à transparência” e “respeito ao diálogo”, João Doria citou a midiática ação de lançamento do programa Cidade Linda, marcada para as 6h desta segunda-feira na Praça 14 Bis, na Bela Vista.

“Humildade para fazer o que vamos fazer amanhã. É por isso que eu, Bruno, os secretários e presidentes de empresas e autarquias vamos nos vestir, sim, de gari, às 6h da manhã e ali dar uma demonstração de igualdade e capacidade de trabalho. Começamos cedo, antes de o sol raiar, e assim faremos no programa Cidade Linda”, prometeu o tucano.

 

Com Informações do Portal Veja

Prefeito eleito de cidade do Piauí morre em acidente antes da posse

O prefeito eleito de Santana do Piauí, Francisco Raimundo de Moura, o Chico Borges (PTB), de 42 anos, morreu na manhã hoje (1º), quando o carro que dirigia colidiu com um ônibus numa rodovia estadual que liga o município de Picos ao de Santana do Piauí.

De acordo com o Corpo de Bombeiros do estado do Piauí, o acidente ocorreu por volta das 5h, em um ponto da rodovia conhecida como Curva da Oiticica, perto do povoado de Tanque. A colisão foi frontal e o prefeito eleito morreu no local.

Ainda segundo os Bombeiros, o corpo foi retirado das ferragens e levado para o Instituto Médico-Legal (IML) da cidade de Picos. A cerimônia de posse de Chico Borges ao cargo de prefeito de Santana do Piauí estava marcada para as 15h deste domingo, na Câmara de Vereadores do município.

Chico Borges foi eleito prefeito em Santana do Piauí com uma diferença de nove votos sobre o segundo colocado, Ricardo Gonçalves (PMDB), que buscava a reeleição. Ele obteve 45,49% dos votos válidos, totalizando 1.427 votos. Maria José de Sousa Moura (PP) é a vice-prefeita eleita.

 

Com Informações da Agência Brasil

DESTINO – Por Artur Neto

Na eleição presidencial de 1960, o Marechal Henrique Lott que, cinco anos antes, impedira golpe militar contra a posse do Presidente constitucional Juscelino Kubitschek, enfrentou o carismático Jânio Quadros. Naquela época, a vice-presidência era disputada no voto também, diferentemente de hoje, em que faz parte da chapa do candidato principal.

O vice de Lott era João Goulart, que pretendia manter-se no posto que ocupava desde o governo JK. O de Jânio era o culto udenista mineiro Milton Campos. Como Jânio, eficiente orador de comícios, se notabilizava pelo populismo caricato, logo se desenhou sua vitória. Do mesmo modo, ficava patente que Jango derrotaria Milton. Percebendo a tendência, aliados tanto de Jânio quanto de Jango fizeram entendimento subterrâneo, uns traindo Lott e outros traindo Campos, através da chapa “Jan-Jan”, que pegou como rastilho de pólvora. Jânio foi eleito com mais de seis milhões de votos e Jango reconduzido à Vice, com cerca de quatro milhões e meio de sufrágios.

Artur Virgílio Neto é Diplomata e foi líder do PSDB no senado

Dos candidatos a governador daquele pleito apenas Tancredo Neves, com sua proverbial lealdade a princípios, causas e companheiros, foi leal a Lott. Perdeu, então, o governo de Minas para Magalhães Pinto, que se escorou na popularidade de Quadros.

Jânio tomou posse em janeiro de 61 e, por razões até hoje não completamente explicadas, renunciou ao mandato seis meses depois. Os Ministros militares vetaram a posse de Jango e se iniciou uma grande luta no Congresso e fora dele, para fazer valer a letra da Constituição. Leonel Brizola, governador do Rio Grande, comandou a Cadeia da Legalidade, anunciando que resistiria ao golpe de armas na mão.

Goulart terminou sendo empossado, sob três condicionantes: nomear o banqueiro Walter Moreira Salles, figura de confiança do capital internacional, para a Embaixada em Washington, instituir o parlamentarismo e, vejam os leitores a força do destino, indicar Tancredo, cujo nome avalizaria a estabilidade política, para Primeiro Ministro.

Derrotado por Magalhães em outubro de 60, Tancredo virava Chefe de Governo em setembro de 61. Os “amigos” voltaram pressurosos. “Lealdades” quebradas foram restabelecidas.
Digo isso a propósito da eleição do Desembargador Ari Moutinho para presidir o Tribunal de Justiça. Passou por duro questionamento no Conselho Nacional de Justiça. Parecia inviabilizado para pretender qualquer posto de comando na Corte. Pois venceu sua destemida adversária e chegou ao ponto culminante da carreira.

Ari, que passou por humilhações em seu calvário recente, saberá exercitar a humildade que caracteriza os fortes. A começar, como ele mesmo anuncia, pela relação construtiva e aberta com a Desembargadora Graça Figueiredo.
Afinal, a disputa passou e o destino, mais uma vez, ofereceu, a todos nós, um exemplo e uma lição.