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Efeito Trump gera 878 mil novos milionários nos últimos 12 meses

A expansão da economia dos Estados Unidos, impulsionada pelo corte de impostos sancionado por Donald Trump, contribuiu para a geração de 878.000 novos milionários nos últimos 12 meses.

As informações foram publicadas em um relatório de riqueza internacional do Credit Suisse e reproduzidas pelo jornal “Washington Examiner“.

“O boom continua”, diz o Relatório Global de Riqueza do Credit Suisse sobre a rápida expansão da economia dos Estados Unidos.

O texto do relatório acrescenta:

Olhando para o número de milionários, vemos que existem 42,2 milhões de milionários em todo o mundo, um aumento de 2,3 milhões nos últimos 12 meses.

Nossa pesquisa indica que os Estados Unidos adicionaram 878 mil novos milionários – representando cerca de 40% do aumento global – em seu estoque já considerável de cidadãos com milhões na conta bancária.

O relatório mostrou que a riqueza geral nos EUA, cresceu 6,5%, acima da média mundial de 4,6%, um padrão que começou durante o governo do ex-presidente Barack Obama e está sendo alavancado pelo atual presidente Donald Trump.

Apesar do número positivo, o relatório tentou sugerir que a economia Trump está muito quente para manter este ritmo, mas admitiu que não há fim à vista.

PIB cai 3,6% em 2016, e Brasil tem pior recessão da história

Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil em 1930 e 1931; ritmo de corte em 2015 e 2016 foi o maior. Pela 1ª vez, todos os setores se contraíram.

Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro caiu pelo segundo ano seguido em 2016 e confirmou a pior recessão da história do país, segundo dados divulgados nesta terça-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A retração foi de 3,6% em relação ao ano anterior.

Em 2015, a economia já havia recuado 3,8%. Essa sequência, de dois anos seguidos de baixa, só foi verificada no Brasil nos anos de 1930 e 1931, quando os recuos foram de 2,1% e 3,3%, respectivamente.

Como a retração nos anos de 2015 e 2016 superou a dos anos 30, essa é a pior crise já registrada na economia brasileira. O IBGE e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) dispõem de dados sobre o PIB desde 1901. Pela primeira vez desde 1996, todos os setores da economia registraram taxas negativas.

“Se a gente olhar o biênio, a retração foi de 7,2%. A gente nunca teve um biênio com uma queda acumulada destas”, disse Rebeca de La Rocque Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE. A série histórica do IBGE vai até 1948.

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

 

Em valores correntes, o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB) chegou a R$ 6,266 trilhões em 2016, e o PIB per capita ficou em R$ 30.407 – uma redução de 4,4% diante de 2015.

Queda generalizada

A crise foi generalizada e os três setores que entram no cálculo do PIB recuaram no ano – agropecuária (-6,6%), indústria (-3,8%) e serviços (-2,7%).

“Em 2014, a gente já tinha a indústria caindo, mas os serviços continuavam crescendo. Em 2015, caíram a indústria e os serviços. Já em 2016, a agropecuária. Desde 1996, isso nunca ocorreu. A situação peculiar desta vez é justamente essa queda generalizada”, afirmou.

De acordo com a coordenadora de Contas Nacionais, a produção agrícola sofreu por conta das condições climáticas, que afetaram a produção dos principais produtos agrícolas do país. “Milho cana e soja pesam quase 60% no valor da produção da agricultura brasileira.”

No caso do resultado da indústria, a atividade extrativa, que reúne as mineradoras, teve queda de 2,9%, ainda foi influenciada pela tragédia de Mariana, segundo Rebeca. “É um setor que a gente viu que tem sido bastante afetado por tudo que tem acontecido. Inclusive a parte fiscal é muito importante. Como, obviamente, o governo tem segurado os gastos, isso tem uma influência grande na construção. A parte pública é muito importante na infraestrutura.”

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

Investimento e consumo menores

Os investimentos também pesaram contra o PIB. A chamada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), como o indicador de investimentos é conhecido, teve uma retração pelo terceiro ano seguido e caiu 10,2% em 2016. De acordo com o IBGE, esse resultado negativo pode ser explicado, principalmente, pela queda da produção interna e da importação de bens de capital.

Nesse cenário, a taxa de investimento no ano de 2016 caiu para 16,4% do PIB, abaixo do observado no ano anterior (18,1%). Trata-se do menor nível de investimento na economia já registrado pela série histórica do IBGE, que começa em 1996.

PIB brasileiro recua 3,6% em 2016 e tem pior recessão da história

O consumo das famílias, que por muitos anos sustentou o crescimento do PIB do Brasil, também seguiu ladeira abaixo em 2016. Em 2016, as famílias consumiram 4,2% a menos do que em 2015, acima da queda registrada entre 2014 e 2015, de 3,9%.

Segundo o IBGE, a alta dos juros, a restrição ao crédito, o aumento do desempenho e a queda da renda explicam esse resultado. Também recuou, mas de forma menos intensa, a despesa do consumo do governo: 0,6% sobre 2015. De 2014 para 2015, a retração havia sido de 1,1%.

Seguindo o que já havia sido visto em 2015, com a valorização do dólar, as exportações de bens e serviços cresceram 1,9%, e as importações de bens e serviços caíram, 10,3%. “A gente teve uma contribuição positiva do setor externo na economia, com o aumento das exportações de bens e serviço.”

“Se a gente não tivesse nenhuma ligação com o setor externo, a gente teria uma queda de 5,3% no PIB”, destacou Rebeca, enfatizando a relevância de o país ter exportado mais do que importado no ano.

Arte - composição do PIB (Foto: Arte/G1)Arte - composição do PIB (Foto: Arte/G1)

Três últimos meses de 2016

No quarto trimestre do ano passado, o PIB caiu 0,9% em relação aos três meses anteriores. Foi a oitava queda seguida nesse tipo de comparação. Ao contrário do que ocorreu no consolidado do ano, no último trimestre um setor conseguiu registrar resultado positivo – a agropecuária, que cresceu 1%, influenciada pela agricultura. Já a indústria recuou 0,7%, porque a indústria de transformação foi mal, e os serviços, 0,8%, que não tiveram taxa positiva em nenhuma atividade.

“Olhando para o resultado do quarto trimestre, nós voltamos ao mesmo patamar do terceiro trimestre de 2010”, afirmou Rebeca.

Em relação ao quarto trimestre de 2015, a queda do PIB foi ainda mais intensa. O recuo, de 2,5%, foi o 11º negativo seguido. Todos os setores tiveram desempenho negativo: agropecuária (-5%), indústria (-2,4%) e serviços (-2,4%).

A coordenadora do IBGE destacou que, comparando com os outros trimestres de 2016, o ritmo de queda do PIB diminuiu. No primeiro trimestre do ano, a queda foi de 5,8% em relação ao trimestre anterior. “A gente viu que em outros períodos, algumas atividades econômicas davam uma segurada na economia. Neste biênio, a gente viu que foi uma coisa disseminada em todos os setores.”

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

Repercussão

Após a divulgação do PIB, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que o PIB de 2016 é “o espelho retrovisor”, mas outros dados mostram que haverá crescimento no primeiro trimestre de 2017.

O titular da Fazenda destacou que, apesar da nova queda do PIB, o Brasil está agora em processo de saída da crise e começa, “claramente”, a crescer.

Para Juan Jensen, professor de economia do Insper e Sócio da 4, o resultado deixa a expectativa ruim para 2017. “Como caímos em todos os trimestres em 2016, a gente parte de um nível deprimido de atividade econômica, mesmo crescendo ao longo deste ano”, diz.

Para os próximos anos, a expectativa de alguns economistas é menos pessimista. “O lado positivo dessa situação é que muitos erros estão sendo corrigidos, como, por exemplo, a redução do endividamento das empresas e das famílias, bem como o retorno do equilíbrio fiscal. Dessa forma, a economia ganha fôlego em 2017 para retomar o crescimento de forma mais consistente e, em maior intensidade, a partir de 2018”, disse Alex Agostini.

Na esteira das medidas que deverão ser aprovadas e adotadas neste ano pelo governo, o economista Jason Viera também prevê que o PIB deverá crescer na ordem de 0,5%, “concentrado na segunda metade de 2017 e avançando por 2018″.

Previsões

A previsão do mercado financeiro era que o PIB encerraria o ano em queda de 3,5%, de acordo com o último boletim Focus que trazia as estimativas para 2016. A expectativa do Banco Central era ainda mais pessimista. O Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), considerado uma espécie de “prévia do PIB”, indicava que a economia brasileira havia recuado 4,34% no ano passado.

Em relatório publicado no início de 2017, o Fundo Monetário Internacional (FMI) indicava que o PIB de 2016 teria caído 3,5%. O Brasil foi o país com um dos piores resultados do PIB em 2016 (veja quadro abaixo).

 (Foto: Arte/G1) (Foto: Arte/G1)

 

O que é o PIB

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. O resultado negativo do ano passado é reflexo da crise econômica, do aumento do desemprego e da taxa de inadimplência.

Em 2015, a economia brasileira já havia registrado encolhimento, de 3,8%. Já em 2014, houve um crescimento de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB).

Para tentar reaquecer a economia, o governo Michel Temer tem anunciado medidas como a liberação de saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O Banco Central também vem reduzindo a taxa Selic, o que deve se traduzir em queda dos juros dos empréstimos bancários.

 

Com Informações do G1 Economia

Russomanno tem 35%, Serra, 21%, e Haddad, 15%, diz Datafolha em SP

Pesquisa mostra que tucano se isolou na disputa pelo 2º lugar.
Margem de erro agora é de 2 pontos percentuais.

O Datafolha divulgou, nesta quinta-feira (20), uma nova pesquisa de intenção de voto sobre a disputa pela Prefeitura de São Paulo neste ano.

A pesquisa foi publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo”.

Em relação à pesquisa anterior, Russomanno foi de 32% para 35%, Serra, de 20% para 21%, e Haddad, de 17% para 15%. O tucano se isolou no 2º lugar.

Russomanno

Celso Russomanno (PRB) – 35% das intenções de voto
José Serra (PSDB) – 21%
Fernando Haddad (PT) – 15%
Gabriel Chalita (PMDB) – 8%
Soninha (PPS) – 4%
Paulinho da Força (PDT) – 1%
Carlos Giannazi (PSOL) – 1%
Ana Luiza (PSU) – 1%
Em branco/nulo – 8%
Não sabe – 5%

Os candidatos Levy Fidelix (PRTB), Anaí Caproni (PCO), Eymael (PSDC) e Miguel (PPL) foram citados mas não atingiram 1%.

A pesquisa foi realizada entre os dias 18 e 19 de setembro. Foram entrevistadas 1.802 pessoas na cidade de São Paulo. A margem de erro agora é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SP), sob o número SP-00961/2012.

Pesquisas anteriores
A primeira pesquisa do Datafolha foi divulgada em 21 de julho e registrou os seguintes resultados: José Serra com 30%; Celso Russomanno (26%); Fernando Haddad e Soninha (7%); Gabriel Chalita (6%); Paulinho da Força (5%); Ana Luiza (1%); Carlos Giannazi (1%); Levy Fidelix (1%), Miguel, Eymael e Anaí Caproni não pontuaram.

Na segunda pesquisa, divulgada em 21 de agosto, o resultado foi: Celso Russomanno (31%), José Serra (27%), Fernando Haddad (8%), Gabriel Chalita (6%), Soninha (5%), Paulinho da Força (4%), Ana Luiza (1%) e Carlos Giannazi, Levy Fidelix, Miguel, Eymael e Anaí Caproni não pontuaram.

Na terceira pesquisa, divulgada em 31 de agosto, o resultado foi: Celso Russomanno (31%), José Serra (22%), Fernando Haddad (14%), Gabriel Chalita (7%), Soninha (4%), Paulinho da Força (2%) e Ana Luiza(1%) e Carlos Giannazi (1%). Miguel, Eymael, Anaí Caproni e Levy Fidelix não pontuaram.

Na quarta pesquisa, divulgada em 5 de setembro, o resultado foi: Celso Russomanno (35%), José Serra (21%), Fernando Haddad (16%), Gabriel Chalita (7%), Soninha (5%), Paulinho da Força (1%). A intenção de voto nos demais candidatos e o número de eleitores que declararam voto branco ou nulo ou não responderam não foram divulgados.

Na quinta pesquisa, divulgada em 12 de setembro, o resultado foi: Celso Russomanno (32%), José Serra (20%), Fernando Haddad (17%), Gabriel Chalita (8%), Soninha (5%), Paulinho da Força (1%) e Carlos Giannazi (1%). Os candidatos Levy Fidelix (PRTB), Anaí Caproni (PCO), Eymael (PSDC), Miguel (PPL) e Ana Luiza (PSTU) foram citados mas não atingiram 1%.

Segundo turno
O Datafolha também simulou o segundo turno com os nomes dos três primeiros colocados na pesquisa. Russomanno venceria se disputasse contra Serra ou Haddad, e Haddad venceria Serra. Os resultados dos três cenários foram:

– Russomanno 57% x 31% Serra
– Russomanno 55% x 30% Haddad
– Haddad 44% x 40% Serra

Rejeição
O Datafolha perguntou ainda em quem os entrevistados não votariam de jeito nenhum. Serra foi o mais citado, com índice de rejeição de 44%. Haddad e Paulinho da Força têm 23%, Soninha, 20%; Russomanno, 19%, e Chalita, 12%.

Fonte: G1.globo.com

Pesquisa-SP: Russomanno vira líder isolado, Serra cai e Haddad sobe

O candidato do PRB, Celso Russomanno, assumiu a liderança isolada na disputa pela Prefeitura de São Paulo. Ele manteve 31% das intenções de voto depois da primeira semana de propaganda eleitoral em rádio e TV, aponta o Datafolha.

José Serra, do PSDB, caiu cinco pontos percentuais e agora aparece em segundo lugar com 22%. Fernando Haddad, do PT, subiu seis pontos e ocupa a terceira posição com 14%.

Celso Russomanno

Gabriel Chalita, do PMDB, oscilou para 7%, e Soninha Francine, do PPS, para 4%. Paulinho da Força (PDT) tem 2%. Ana Luiza (PSTU) e Carlos Gianazzi (PSOL) aparecem com 1%, e os demais não pontuaram.

A pesquisa mostra que a rejeição a Serra subiu cinco pontos e alcançou o maior índice desde o início da campanha: 43% dos eleitores dizem que não pretendem votar nele “de jeito nenhum”.

Nas últimas duas eleições paulistanas, em 2004 e 2008, só o ex-prefeito Paulo Maluf (PP) superou este patamar de rejeição.

Há uma semana, antes do início do horário eleitoral, Russomanno já aparecia 4 pontos à frente de Serra (31% a 27%), mas os dois estavam tecnicamente empatados na liderança.

Tucanos e petistas apostavam numa queda do candidato do PRB, que tem pouco mais de dois minutos de TV, mas isso não ocorreu.

A queda de Serra surpreende até os petistas, que não esperavam vê-lo com menos de 25% das intenções de voto. Há dois anos, a cidade deu a ele 40% dos votos para presidente no primeiro turno.

Entre os motivos mais citados para a alta da rejeição do tucano estão o desgaste com a derrota de 2010, a reprovação ao prefeito Gilberto Kassab (PSD) e o fato de ele ter renunciado à prefeitura em 2006, após ter prometido cumprir todo o mandato.

A alta de Haddad já era esperada com a exposição do ex-presidente Lula em seu programa eleitoral. Mesmo assim, os petistas contavam com uma subida mais modesta nesta primeira semana.

Kassab

A avaliação de Kassab registrou ligeira melhora em relação à sua última medição, feita há um mês. O percentual de eleitores que consideram a gestão ótima ou boa passou de 20% para 24%. A avaliação ruim e péssimo oscilou de 39% para 36%, e a regular, de 39% para 38%.

O prefeito apoia Serra e, nos últimos dias, fez duras críticas a Haddad, que tem atacado sua administração. Kassab ensaiou aliar-se o petista no início do ano, mas declarou apoio ao tucano quando ele se lançou na disputa.

O Datafolha ouviu 1.069 eleitores entre os dias 28 e 29. O levantamento foi realizado em parceria com a TV Globo e foi registrado na Justiça Eleitoral sob o nº 582/2012. A margem de erro é de três pontos para mais ou para menos.

Fonte: Folha de São Paulo

Mais uma pesquisa confirma Artur Neto na frente

A pesquisa divulgada hoje pela empresa Perspectiva confirma o candidato Artur Virgílio Neto, da coligação “O Futuro é Agora”, à frente na corrida pela prefeitura de Manaus, com 23% das intenções de voto. A candidata comunista Vanessa aparece em segundo com 20%, Serafim Corrêa em terceiro com 16%, Henrique Oliveira com 15% e Sabino Castelo Branco com 9%. Em relação aos dois primeiros colocados, os números são os mesmos da primeira pesquisa, divulgada em 23 de julho. Foram realizadas 1 mil entrevistas.

Artur agradeceu à população pela enorme confiança que vem demonstrando nele. “Temos sentido uma reação fortemente favorável ao nosso nome e isso demonstra que a população quer um nome coerente, com história política de luta e transparência”, afirmou.  Artur reafirmou que sua equipe também vem monitorando a tendência de voto do eleitorado e que está muito satisfeito com os resultados. “Nossos resultados são muito melhores”, afirmou.

Artur comentou ainda a análise feita pelo instituto de pesquisa que aponta uma derrota dele no segundo turno para a candidata comunista, em função da predominância do eleitorado das zonas Norte e Leste, onde ela teria, segundo a pesquisa, mais votos. “Primeiro temos que ver quem vai para o segundo turno”, sintetizou.

Fonte: Blog da Floresta

Cientistas receberão recursos para projetos na Amazônia

De acordo com o Governo Federal, o estímulo a cientistas e pesquisadores soma pelo menos R$ 100 milhões.

Nos próximos dias serão anunciadas regras que pretendem atrair a comunidade científica para a Amazônia. A aposta do governo federal é financiar projetos de ciência e inovação tecnológia, a fundo perdido, para levar soluções sustentáveis para a região e mudar a lógica econômica, ainda associada ao desmatamento.

Os editais ainda não estão concluídos. Encarregado de acompanhar o desenho dos financiamentos, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Informação, Carlos Nobre, adiantou à Agência Brasil, que “algumas propostas são voltadas para potenciais já reconhecidos da região, que passarão a ter mais conhecimento agregado e investimento, enquanto outras buscam soluções inovadoras”.

Em meio à expectativa sobre os temas contemplados no financiamento federal, uma aposta é que seja incluída a valoração dos serviços ambientais. O assunto vem sendo levantado tanto pelo governo quanto por organizações ambientais que defendem uma nova métrica para medir o desenvolvimento e crescimento do País, em substituição ao PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no País), incluindo indicadores ambientais na conta.

“Para que entrem no cálculo de mensuração da economia, precisamos entender o que são esses serviços, inclusive como o ciclo de carbono interage no aquecimento global”, antecipou Nobre.

O estímulo a cientistas e pesquisadores soma pelo menos R$ 100 milhões, já previamente aprovados pelo Comitê Orientador do Fundo da Amazônia, com aporte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

“Esse dinheiro será usado para apoiar ações em sete grandes áreas [na Amazônia], que apontam o que precisa ser feito na região para mudar o paradigma do desenvolvimento”, explicou o secretário. Segundo ele, o volume de recursos pode ainda ser ampliado até a publicação dos editais.

Os detalhes dos editais estão sendo concluídos pela Financiadora de Estudos e Projetos [Finep] e ainda não têm data prevista para publicação.

Fonte: Portalamazonia

Trabalhar à noite pode levar a doenças cardíacas

Pesquisa feita com mais de 2 milhões de pessoas identificou relação entre jornada de trabalho de turnos, como as relacionadas a serviços que funcionam 24 horas por dia, e eventos cardiovasculares.

Trabalhar à noite, ter horários de trabalho irregulares ou fazer plantões de madrugada — ou seja, trabalhar em turnos, geralmente em serviços que funcionam 24 horas por dia — pode levar a problemas cardiovasculares graves, como infarto ou acidente vascular cerebral (AVC), indicou um novo estudo publicado nesta sexta-feira no site da revista British Medical Journal (BMJ). A pesquisa, realizada por uma equipe de especialistas canadenses, noruegueses e suecos, é a maior já feita sobre o assunto e, ao todo, envolveu mais de dois milhões de pessoas.

Trabalhar à noite, com horários irregulares o fazer plantões de madrugada pode prejudicar saúde cardíaca

Segundo os autores desse trabalho, há algum tempo jornadas de trabalho noturnas ou com horários que variam frequentemente são conhecidas por perturbar o ritmo circadiano — ciclo do corpo de um indivíduo ao longo das 24 horas de um dia —, provocando problemas como colesterol alto, diabetes e pressão alta. No entanto, pesquisas que olharam para doenças cardiovasculares graves tiveram resultados controversos.

O estudo se baseou em dados de outras 34 pesquisas sobre trabalho e eventos cardiovasculares. Segundo os resultados, as pessoas que trabalhavam em turnos apresentaram 24% mais riscos de terem uma doença coronariana; 23% mais chances de sofrerem um ataque cardíaco; e 5% mais chances de terem um AVC do que as outras. Especificamente, a jornada de trabalho noturna foi associada a um risco 40% mais elevado de doença coronariana.

Para os pesquisadores, essas descobertas devem incentivar a criação de programas de triagem que identifiquem fatores de risco para doenças do coração entre pessoas com maiores riscos — como, por exemplo, indivíduos que já apresentam pressão ou colesterol altos. Além disso, os autores sugerem que hábitos capazes de prevenir esses problemas de saúde devem ser ensinados a trabalhadores noturnos.

Fonte: Veja


Pesquisa feita pela CBN Manaus sobre sucessão municipal, Artur Neto sai na frente

A eleição para a prefeitura de Manaus vai ser definida em um segundo turno. É o que aponta a primeira pesquisa oficial da CBN Manaus, visando a sucessão municipal. Na pesquisa, registrada no tribunal regional eleitoral sob o número 006/2012.

O candidato do PSDB, Artur Virgílio Neto, sai na frente com 20,6%;

Serafim Corrêa (PSB) aparece com 18,1%;

Vanessa Grazziotin (PC DO b) tem 17, 1%;

Henrique Oliveira (PR) 12, 3%;

Sabino Castelo Branco (PTB), 10, 2%;

Pauderney Avelino (DEM), 5,3%;

Herbert Amazonas (PSTU), 1,2%;

Luiz Navarro (PCB), 1,1%;

Jerônimo Maranhão (PMN), 1%;

Não sabem, 6%;

Branco e nenhum, 7,2%.

A pesquisa foi coordenada pelo professor de estatística da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), Érico Lopes.

O supervisor da pesquisa, Sidney Contes, comentou os resultados. “Os números mostram que a disputa está muito acirrada, como é de praxe praticamene, em Manaus e no Amazonas.”

Disputa acirrada entre os três candidatos a prefeitura de Manaus, Serafim Corrêa, Artur Neto e Vanessa Grazziotin

Para Sidney, a essa altura, ainda não é possível apontar um favorito. “Seria loucura um analista fazer uma previsão dessa. Hoje, temos três candidatos ‘embolados’. Dois deles já foram administradores da cidade de Manaus, e a atual senadora pelo Amazonas, então, é muito difícil fazer essa projeção. O que se pode dizer, hoje, é que o segundo turno é tido como certo, já que cinco candidatos têm mais de sete pontos percentuais na pesquisa, então, isso leva a crer que se houver poucos movimentos de crescimento e de queda, a disputa para o 2º turno é inevitável.”

De acordo com a pesquisa, são os seguintes os números da rejeição entre os candidatos melhor avaliados. Artur tem 17,2 %; Serafim 17,8%, Vanessa 8,8, e Sabino, que tem a maior rejeição, com 18, 5. “Os outros tem rejeição baixísssima”, diz Sidney.

A pesquisa, feita em parceria com os institutos UP – Unidade de Pesquisa, e DMP – Design, Marketing e Propaganda, ouviu mil e duzentas pessoas na capital. Todos os pesquisadores são acadêmicos da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). Alguns deles, trabalharam para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Censo de 2010. A margem de erro é de 3%.

Fonte: cbnmanaus.com.br

Nomes postos não empolgam o eleitorado em Porto Velho

Para a grande maioria de eleitores consultados numa enquete os nomes propostos são decepcionantes.

Depois das convenções partidárias e do fim do prazo para o registro de candidaturas, o cenário de candidatos à Prefeitura de Porto Velho está mesmo definido. Foram confirmados oito candidatos; entre eles, duas mulheres. Mas o que se observa ouvindo a população é que os candidatos disponíveis não agradaram aos eleitores, que consideraram que as possibilidades de se ter um prefeito bom no próximo pleito são muito pequenas, com muitos entrevistados considerando que são “inexistentes”. Alguns consideraram mesmo que é uma ‘tristeza” ter que escolher “entre tantos candidatos ruins” e lamentavam que “depois de um prefeito tão ruim quanto Sobrinho, não temos perspectivas de nada muito melhor”.

Os nomes disponíveis

Estão definidos como candidatos, pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Mariana Carvalho, médica, vereadora e estreante em eleições majoritárias. O ex-vereador Guilherme Erse, do Partido Social Democrático (PSD), é o candidato a vice-prefeito.

Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) de Porto Velho definiu-se a candidatura do médico José Augusto de Oliveira e o seu vice Marcos Antônio da Fatec.

Partido dos Trabalhadores (PT), que está à frente da Prefeitura de Porto Velho há oito anos, quem foi lançada é a ex-senadora Fátima Cleide. O PT fechou aliança com o Partido da República (PR), que indicou o engenheiro Miguel de Souza, ex-vice governador e ex-deputado federal, a vice-prefeito.

Um suposto plano B do prefeito Roberto Sobrinho é o indicado do Partido da Mobilização Nacional (PMN) em Porto Velho, Mário Sérgio, vereador. O vice é o sindicalista Israel Borges, do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). As alianças foram seladas com o Partido Comunista do Brasil (PC do B) e o Trabalhista do Brasil (PTdoB).

Mauro Nazif, candidato em três eleições, atualmente deputado federal, concorre ao cargo de prefeito de Porto Velho pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). O Partido Democrático Trabalhista (PDT) homologou o nome do jornalista Dalton Di Franco como candidato a vice de Nazif. É uma dupla populista que é tida como boa de voto até certo ponto. Muitos creditaram em Nazif a condição de “cavalo paraguaio”, pois, sempre parte na frente e sua especialidade é não chegar nunca. Muitos não acreditam na sua candidatura por lhe faltar uma suposta aptidão para o Executivo. Talvez, a percepção provenha, justamente, de que a única vez que ocupou um cargo executivo (secretário de saúde) o fez por um tempo muito breve e sem resultados visíveis até pelo tempo. E contribuiu para isso o fato de ter renunciado à missão que, como o tempo tem comprovado, é muito difícil de ser exercida com sucesso.

Lindomar Garçon, ex-deputado federal e ex-prefeito do município de Candeias do Jamari, é o nome escolhido do Partido Verde (PV). O vice é Reinaldo Rosa, do Partido Humanista da Solidariedade (PHS). Garçon, da vez passada, mesmo com o apoio irrestrito do governo, teve uma votação decepcionante e não se espera muito dele nesta eleição. Principalmente pelo fato de que nos debates foi um fiasco. E não apresentou no pleito passado programa de governo algum. Há boatos também de que tem problemas de registro o que, até agora, não foi confirmado.

O empresário Mário Português é a mais nova aposta de Ivo Cassol, que tem se especializado em ser aprendiz de feiticeiro, lançando nomes novos e inusitados na arena política como foi o caso de Garçon, do vice Caúlla, de Ivan da Saga. Mário Português estreia sua carreira política nestas eleições 2012 pelo Partido Popular Socialista (PPS) e anunciou como vice o também empresário do ramo imobiliário Ailton Arthur, do Partido dos Democratas (DEM), porém, já se fala na substituição pelo ex-secretário de Finanças de Cassol, José Genaro.

Por fim os nomes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) definidos são de Aluízio Vidal e Francisco Marto como candidatos a prefeito e a vice, respectivamente.

Fonte: Altomadeira

Apenas 13% estão mais seguros no voto em Obama após apoio ao casamento gay

Questão não pesará em decisão de 60% dos americanos, diz pesquisa.

A posição favorável do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo é apoiada por 51% dos americanos, mas não deve se traduzir necessariamente em votos para sua reeleição em novembro. Uma pesquisa do USA Today/Gallup divulgada nesta sexta-feira, 11, mostrou que apenas 13% dos consultados ficaram mais seguros de votar em Obama depois de sua declaração sobre o tema, no último dia 9. Porém, 60% afirmaram que a questão não pesará em seu voto.

A consulta mostrou uma forte divisão na sociedade americana sobre o tema. Embora em menor proporção, 45% dos consultados desaprovaram a atitude de Obama, e 26% disseram estar agora menos propensos a votar nele. O presidente americano tem sido criticado nesta semana pela oposição por valer-se desse tema polêmico para distrair o eleitor do fraco desempenho da economia. Na pesquisa, 62% dos consultados avalia ter a economia americana piorado.

Na noite de quinta-feira, 10, em Los Angeles, Obama reforçou seu apoio ao casamento entre homossexuais durante um jantar oferecido pelo ator George Clooney. O evento alcançou seu objetivo de arrecadar US$ 15 milhões para a campanha de reeleição democrata. Obama explicou porque deixou de apoiar apenas a união civil entre homossexuais e deu um passo mais ambicioso e arriscado em um ano eleitoral. Disse ser essa uma “extensão lógica do que a América se supõe ser”.

“Somos um país que inclui todo mundo, que dá chance a cada um e que trata as pessoas de forma justa. Isso vai nos fazer mais fortes? Damos as boas vindas aos imigrantes? Damos as boas vindas a pessoas que não são como nós? Isso nos faz mais fortes? Eu acredito que sim. É o que está em jogo”, afirmou.

O evento deu-se uma tenda armada no jardim da casa de Clooney em Hollywood. As paredes, de plástico preto, lembravam sacos de lixo. Uma das principais mesas estava próxima a uma árvore, onde uma placa fora pendurada: “Porco barrigudo Crossing” – uma referência ao lugar favorito do último animal de estimação do ator. Entre os convidados estavam os atores Tobey Maguire (“Homem-Aranha”), Robert Downey Jr. (“Chaplin” e “Sherlock Holmes”) e Billy Cristal (“Harry e Sally”). A cantora predileta da comunidade gay nos anos 70 e 80, Barbra Streisand, também estava presente, como a atriz Salma Hayek (“Frida”).

Centenas de pessoas esperaram a certa distância para ver a movimentação de Obama. Na propriedade em estilo Tudor, entretanto, os convidados mais próximos aos americanos comuns eram Beth Topinka, uma professora de Ciências de Nova Jersey, e Karem Blutcher, da Flórida. Ambas ganharam a rifa da campanha democrata para um jantar com Obama e Clooney. Além delas, cada convidado teve de pagar US$ 40 mil pelo ingresso. “Nós levantamos um monte de dinheiro porque todo mundo ama George. Eles gostam de mim. Mas, corretamente, o amam”, brincou Obama.

Fonte: Estadao.com.br

Redução da fauna e flora causa impactos tão graves quanto a poluição

No topo da lista de problemas ambientais mais urgentes, constam questões como as mudanças climáticas, o buraco na camada de ozônio e a poluição ambiental, devido aos efeitos que esses fenômenos podem causar no planeta. A perda da biodiversidade é, em geral, deixada em segundo plano, vista mais como um reflexo das agressões do que como uma causa de mais problemas. Uma pesquisa divulgada na edição de hoje da revista científica Nature, contudo, alerta que, na natureza, diversidade significa quantidade e qualidade. De acordo com o grupo de várias universidades dos Estados Unidos envolvidas na análise, a diminuição da variedade de espécies animais e vegetais é tão nociva à produtividade dos ecossistemas quanto a poluição e as alterações no clima.
Para mensurar os efeitos da redução da biodiversidade no ambiente, os pesquisadores analisaram dados de 192 estudos anteriores sobre todas as regiões do mundo, incluindo oceanos e ecossistemas de água doce. O resultado da análise mostra que, em áreas onde ocorre a perda de 21% a 40% da variedade de espécies — seja por desmatamento, caça ou pesca predatórias, por exemplo — há redução na produtividade semelhante à sentida por causa das mudanças climáticas ou pela poluição ambiental. E diminuições mais altas, entre 41% e 60%, são tão nocivas quanto a acidificação ou a elevação intensa na produção de dióxido de carbono (CO2).

Fonte: Correiobraziliense.com.br

Amazonas investe em pesquisas de biocombustíveis

Nos estudos realizados por pesquisadora da UEA foram analisados a casca e o caroço do cupuaçu, as cascas da macaxeira, urucu, coco, entre outros.

Três enzimas que podem ser utilizadas na produção de biocombustível foram identificadas no projeto “Prospecção de cepas fúngicas amazônicas para aproveitamento de subprodutos da cadeia produtiva de biodiesel visando compostagem e produção de biocombustível de segunda geração”.

O trabalho conseguiu identificar três linhagens de enzimas que podem ser utilizadas na produção de bioetanol e na compostagem (adubo orgânico).

Os resultados da pesquisa foram apresentados durante o Seminário de Avaliação Parcial do Programa de Biocombustíveis (Biocom), o qual conta com investimentos de R$ 3 milhões, sendo R$ 1,5 milhão do Governo do Estado, por meio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e R$ 1,5 milhão via Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Conforme a diretora-presidente da Fapeam, Maria Olívia Simão, o seminário constitui uma ferramenta de avaliação dos investimentos feitos pelo Governo do Estado nos seis projetos aprovados por mérito pela FAP.

Segundo ela, o objetivo é avaliar o andamento das pesquisas, promover a interação com outros pesquisadores das outras regiões, com Sul, Nordeste e Sudeste que desenvolvem trabalhos na área de biocombustíveis.

“Ninguém cresce em termos científicos sem passar por esse tipo de reflexão, sejam seminários parciais e finais. Na Amazônia, existem várias potencialidades que precisam ser exploradas em prol das comunidades isoladas, de forma a gerar energia elétrica. A área de biocombustíveis precisa avançar no Estado com qualidade nas pesquisas”, enfatizou.

A pesquisa é um avanço, conforme Simão, obtido por meio de projetos como o da pesquisadora da Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Antônia Queiroz Lima de Souza, que conseguiu identificar microorganismos produtores de enzimas (endoglucanases, xilanase e pectinase) que podem ajudar na degradação de resíduos, os quais podem ser utilizados como adubo orgânico e na indústria alimentícia e de celulose (clareamento de sucos e de papel).

Com investimentos da ordem de R$ 264 mil, o projeto iniciou em janeiro de 2011 e está sendo desenvolvido com o apoio do Departamento de Química da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), do Instituto de Física da Universidade de São Paulo de São Carlos (USP) e Universidade de Granada (Espanha).

Pesquisa
Segundo Queiroz, a pesquisa analisou dez tipos de resíduos da região, dentre eles a casca e o caroço do cupuaçu, a casca e a semente do maracujá, as cascas da macaxeira, urucu, coco e o bagaço de cana de açúcar.

Os levantamentos foram realizados nos municípios de Maués (resíduos de guaraná), Barcelos e Eirunepé e os testes foram realizados no laboratório da UEA.

“Os testes demonstraram que os resíduos de urucu são bons para produção de celulase (enzimas). Em relação à pectinase, os resíduos de cupuaçu foram mais satisfatórios, o que era esperado, uma vez que a casca de cupuaçu é rica em pectinas. Ou seja, produz mais pectinas para ser degradado”, informou.

Isso significa que determinados microorganismos podem ajudar a diminuir o tempo levado no processo de compostagem. “Normalmente, o processo leva dois anos, mas podemos diminuir para seis meses, como ocorreu na Universidade de Granada”, afirmou.

Nos próximos três meses, conforme a pesquisadora, iniciarão os testes para produção de compostagem. A equipe espera fazer os primeiros testes em resíduos agrícolas em campo no mês de janeiro de 2013. Pretende-se verificar em quanto tempo as enzimas levarão para degradar a biomassa vegetal.

“Concluída essa fase, a tecnologia será ensinada aos agricultores”, finalizou.

Fonte: Acritica.com

Dilma tem aprovação recorde, mas Lula é favorito para 2014

A presidente Dilma Rousseff bateu mais um recorde de popularidade, mas seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, é o preferido dos brasileiros para ser o candidato do PT ao Planalto em 2014.

Esse é o resultado principal da pesquisa Datafolha realizada nos dias 18 e 19 deste mês com 2.588 pessoas em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

O governo da petista é avaliado como ótimo ou bom por 64% dos brasileiros, contra 59% em janeiro.

Trata-se de um recorde sob dois aspectos: é a mais alta taxa obtida por Dilma desde a sua posse, em 1º de janeiro de 2012, e é também a maior aprovação presidencial com um ano e três meses de mandato em todas as pesquisas até hoje feitas pelo Datafolha.

Fonte: Folha.com