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Parabéns Jornalista pelo seu dia

Parabéns á você Jornalista,

Nós do Blog do Daniel, parabenizamos você amigo jornalista pelo seu dia e desejamos tudo de bom, com muitas felicidades,  sucesso, paz e alegria e muito amor, que você possa trazer a noticia em primeira mão e divulgar os fatos como eles são e trazer com seu talento o melhor de tudo que o que acontece.

Imagem da Internet
Imagem da Internet

Oração do Jornalista: Cid Moreira.

“Deus não deixe eu chegar atrasado à redação.

Que eu possa Senhor cumprir minha pauta, conseguindo informações corretas e úteis, sem aparecer mais que o entrevistado.

Que eu consiga uma boa fotografia.

Que a câmera filmadora não falhe e o motorista esteja disponível.

Senhor, tomara que a internet não saia do ar e que o meu editor não esteja de mau-humor.

Peço-lhe Senhor, muita paz e tranqüilidade durante a entrevista e discernimento para fazer a matéria justa e bem elaborada.

Que o tempo seja suficiente para cumprir a outra pauta que me aguarda, logo em seguida,do outro lado da cidade.

E que o meu trabalho contribua para diminuir a desigualdade social, e ajude a melhorar a qualidade de vida do planeta.

Que eu entregue tudo a tempo e não sofra nenhuma agressão.

Ou pior, seja alvo de uma bala perdida, virando notícia.

Que a matéria seja simples sem ser simplista.

Que não seja prolixa e sim criativa.

Que eu não cometa nenhum erro de português, Senhor, para não ser massacrado pelos colegas.
Principalmente Senhor, que eu não caia no pescoção…que possa pagar minhas contas com esse salário e que nenhum jabá me seduza.

E, finalmente, meu Deus, me ajude para que eu possa entregar tudo revisado e no prazo do dead line. Assim seja!”

 

Presidente do STF pede desculpas após discutir com jornalista

Presidente do STF, ministro Joaquim Barbosa destratou jornalista nesta terça-feira, mas depois emitiu nota oficial para se desculpar O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) se desculpou nesta terça-feira (5), por meio de nota oficial, por ter chamada um repórter do jornal O Estado de S.Paulo de “palhaço” e por tê-lo mandado “chafurdar no lixo”. O episódio ocorreu hoje, na saída do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), quando vários repórteres abordaram o ministro do STF.

Joaquim BarbosaO comunicado, assinado pelo secretário de comunicação social do STF, Wellington Geraldo Silva, informa que a sessão do CNJ foi longa e que Joaquim Barbosa estava “tomado pelo cansaço e por fortes dores”. Por isso, o ministro “respondeu de forma ríspida à abordagem feita por um repórter”.

A nota afirma que o episódio foi isolado e “não condiz com o histórico de relacionamento do Ministro com a imprensa”. O texto diz ainda que Barbosa destaca o “importante papel desempenhado pela imprensa em uma democracia” e que preza pela liberdade de opinião, já que mantém “permanente diálogo com profissionais dos mais diversos veículos”.

Eu sou a melhor proteção da cabeça de quem quer me mandar para a guilhotina. Ou: Os novos bárbaros – Por Reinaldo Azevedo

Escrevi ontem alguns posts (às 16h1018h5820h20h55 e 21h55) sobre um texto escrito por um tal Flávio Moura, editor da Companhia das Letras, no jornal Valor Econômico. Ele decidiu decretar a morte de um grupo de jornalistas e articulistas que teriam sido, ele afirma com visível satisfação, vencidos pelas supostas conquistas sociais do petismo. Sugere que formávamos uma espécie de frente antipatriótica para resistir ao PT, mas que a qualidade do governo dos companheiros nos nocauteou. Ao se referir ao destino de cada um dos que ele decidiu fuzilar (além de mim, Diogo Mainardi, Mario Sabino, João Pereira Coutinho e Luiz Felipe Pondé), mistura opinião banal com informação errada, vai metendo os pés pelas mãos, sugerindo, contra os fatos, que essa turma quebrou a cara. Sei menos de Pondé e Coutinho, que me parecem muito bem. Meu blog e meus livros nunca tiveram tantos leitores; Diogo escreveu um livro sem rivais em muitas décadas e em vários idiomas, e Mario está sendo martirizado em Paris… “Mas o grupo se dissolveu”, esganiça Flavinho. Que grupo? Nunca houve um grupo! Não emulamos as comunidades petralhas. Neste texto, quero abordar um outro aspecto desse tema. Como é que se chega a esse ponto? Como é que um “editor de livros” e “doutor em sociologia”, segundo seu pé biográfico, chega a se sentir à vontade para decretar a morte das pessoas de quem discorda? Já demonstrei no post das 18h58 como esse espírito persecutório se casa com a era da “infraestrutura & negócios”. Mas também isso é consequência de algo maior, de natureza institucional.

Reinaldo Azevedo - Blogueiro e Colunista - VEJA
Reinaldo Azevedo – Blogueiro e Colunista – VEJA

Cumpre apelar aqui um pouco à memória. Tenho sido, ao longo do tempo, menos esperto do que alguns contemporâneos. Fui um crítico bastante severo do governo FHC, embora seu principal adversário, o PT, não me agradasse. Mas, como editor de site e revista, preferia, mesmo quando atuei no extinto jornalismo cultural, voltar a minha pontaria contra o governo. Gosto da ideia — na verdade, este talvez seja um dos pilares do meu pensamento — de que governos são necessários, mas que nossa tarefa é vigiá-los, criticá-los. Quando o PT chegou ao poder, continuei na oposição. Os mais espertos do que eu ganhavam dinheiro sendo governistas no tucanato e continuaram a ganhar dinheiro sendo governistas no petismo. Mesmo na era da Internet, que facilita a pesquisa, a coerência não tem sido a característica mais visível da profissão. É evidente que as pessoas podem mudar de ideia ao longo dos anos se chegam à conclusão de que estavam erradas. Mas desconfio de quem conclui que estive errado sempre em consonância com o governo de turno. Será que um dia vou concluir que o PT era bom? Quem sabe quando — e se — o partido voltar a ser oposição…

Na verdade, antes como agora, não me pergunto se o que penso é contra o governo ou a favor dele. Penso o que penso. Às vezes, coincide com a política oficial; frequentemente, não. De toda sorte, textos como o de Flávio Moura seriam impensáveis na imprensa brasileira de há 10, 15, 20 ou mesmo 30 anos. O começo da década de 1980, diga-se, estava fortemente pautado pela chamada abertura, a ditadura estava moribunda, e muitos militantes estudantis tinham ido parar nas redações de jornal. Vivia-se até uma certa algazarra libertária. Isso acabou.

O que antes era alternativa agora é poder. O que antes se calava pela força bruta agora se busca silenciar por intermédio do falso consenso. Enquanto estiveram na oposição — até dezembro de 2002 —, as esquerdas seguiram o que é, de fato, seu padrão histórico: usaram a causa da liberdade de imprensa e de crítica a seu favor. Ocorre, e isto também é de sua natureza (e foi uma das causas de eu ter passado a repudiá-las), que não se veem como um pensamento possível entre outros. Ao contrário: os “companheiros” de hoje não abandonaram a tara dos “camaradas” de ontem e se entendem como uma etapa posterior e superior da civilização. Não é por acaso que Flávio Moura define o pensamento de Luiz Felipe Pondé como “teologia à moda antiga”. Devemos concluir que há uma “teologia à moda moderna”. As esquerdas, mesmo na sua expressão mais grotesca, caricatural e primitiva, como é o tal Moura, continuam partidárias do fim da história — que é uma tese hegeliana, não do Fukuyama, como sugeriu outro dia no Jornal da Globo o Arnaldo Jabor. Vencidos, então, os adversários, aí se trataria de cuidar das pendengas lá deles, das contradições existentes num lado só. Não passa pela cabeça dessa gente, acreditem, perder eleições porque isso significaria um retrocesso, uma volta ao período em que ainda havia história…

Textos como o de Moura não seriam publicados há 10, 20 ou mesmo 30 anos porque as forças capazes de fazer esse juízo ainda não estavam no poder e não eram donas do novo consenso. Ao contrário. Era necessário fingir-se de plural para chegar ao que diziam ser o “horizonte socialista”. Os que defendíamos a diversidade de pensamento éramos obviamente úteis àqueles que tinham nessa diversidade apenas uma etapa da conquista do estado. Em outros tempos, as revoluções devoravam seus filhos de maneira cruenta, como o Saturno no quadro de Goya. Nos novos tempos, busca-se desqualificar a divergência e provar a sua obsolescência. Em qualquer dos casos, antes e agora, os altos interesses do povo e as conquistas sociais servem de maquiagem para a eliminação do adversário. Um texto como o de Moura sai num jornal como o Valor porque também o Valor está interessado, como Deng Xiaoping, em gatos que cacem ratos, pouco importando a sua cor.

Se, nessas décadas passadas, alguém se atrevesse a pedir o banimento de um pensamento considerado divergente, haveria, por certo, protestos. O texto nem seria publicado. A direita liberal jamais o faria porque, de fato, não é de sua natureza — muito pelo contrário; e as esquerdas, mesmo as autoritárias, não eram tolas de entregar o serviço. Já demonstrei aqui que a “anistia ampla, geral e irrestrita”, por exemplo, era uma reivindicação delas (à época, posso dizer “nossa”). É também delas a reivindicação de hoje para rever a Lei da Anistia. Antes, a causa servia à proteção de seus assassinos. Agora que estão a salvo, querem dar um jeito de pegar os assassinos “do outro lado”. Por quê? Porque um esquerdista sempre acha que mata por bons propósitos. Leiam, continua atualíssimo, recomendo de novo, “O Zero e o Infinito”, de Arthur Koestler, que foi, vamos dizer assim, bem mais esquerdista do que eu na juventude.

A questão política
E há, claro, a questão política propriamente. Mesmo quando minoritárias no Parlamento, as esquerdas sempre foram, do processo de redemocratização a esta data, muito mobilizadas, contando, antes como agora, com forte apoio da imprensa. Em muitos aspectos, já tratei do assunto aqui, foi o jornalismo que inventou Lula — antes até que ele inventasse a si mesmo. Ao menor sinal de “retrocesso”, lá estavam os valentes a botar a boca no trombone.

Nestes tempos, esses jornalistas que Flávio Moura decidiu fuzilar — e há outros tantos que ele não citou, talvez por ignorância — acabaram sobressaindo, o que é um absurdo, como “a oposição” do Brasil pela simples, óbvia e até macabra razão de que não há oposição no Brasil — não como voz institucional e alternativa viável de poder federal. É claro que há valorosos parlamentares que se opõem ao governo. Reitero: refiro-me a uma força organizada e viável como alternativa de poder.

Moura segue a trilha aberta pelos blogs sujos e decide demonizar pessoas, mas o que está em pauta, de fato, é a imprensa independente, aquela que faz o seu trabalho e chama desmando de “desmando”, roubalheira de “roubalheira”. Como inexiste, então, a força organizada para obrigar o governo a se explicar, o que é próprio das democracias, o jornalismo que cumpre a tarefa de informar e o colunismo que não está alinhado com o poder acabam sendo tomados, lembrando o presidente do PT, Rui Falcão, como a “verdadeira oposição”, que não se manifesta como partido. Eu duvido que o tal Moura seja um interlocutor de Falcão. Eu duvido que o rapaz obedeça diretamente às ordens desse ou daquele. Os dois falam a mesma coisa porque o que os une não é uma relação de hierarquia, mas o espírito de um tempo. O que Moura tentou fazer é demonstrar que estamos sozinhos na crítica, que aquela abordagem, com aqueles valores, perdeu sentido porque vencida pela história. Como, com efeito, expressamos pontos de vista que não se ouvem nem no governismo nem na oposição, então fica fácil apontar o dedo e gritar, como a Rainha de Copas: “Cortem-lhes a cabeça!”.

Não estou pedindo nem apoio nem penico para as oposições. Em primeiro lugar, porque, de fato, isso não é necessário. Em segundo lugar, porque seria inútil. A imprensa independente e os cabras marcados por Moura para morrer jamais poderão fazer pelas oposições o que os blogs sujos fazem pelo petismo. Nesse caso, uns entendem de comprar, e o outros entendem de vender. Deste outro lado, não sei se haveria gente disposta a comprar; o que sei é que NÃO há gente disposta a vender. Até por uma questão de lógica elementar. Se for para “entregar a mercadoria” no balcão do “jornalismo & negócios”, mister é fazer a transação com o poder, que certamente pode pagar mais, não é mesmo? Entre ser mercenário em favor do vitorioso e sê-lo em favor dos derrotados, as duas opções são igualmente imorais, mas uma é mais estúpida do que a outra. Convenham: ninguém é crítico de governos por pragmatismo.

Finalmente
Eu não tenho a ambição de que Moura me leia. As considerações ligeiras e idiotas que faz a meu respeito, diga-se, provam que não me lê. Segundo escreve,“Azevedo assumiu a linha de frente da indignação moral com a corrupção”. Não que a corrupção, com efeito, não me indigne — sim, e muito! —, mas os milhares de leitores desta página sabem que esse nem é o tema mais frequente dos meus textos. Os posts que tratam de ilegalidades cometidas por políticos, no mais das vezes, fazem parte do clipping do noticiário.

As 800 e poucas páginas de “O País dos Petralhas I e II” debatem outros temas. Se Moura tivesse dito que assumi a linha de frente do debate — ou do embate — ideológico, aí estaria falando a verdade. O segundo volume do livro, por exemplo, passa longe da roubalheira, petista ou não. Ele tem todo o direito de não ler o  meu blog e os meus livros, mas tem o compromisso de falar a verdade para aqueles que eventualmente o leem. Ocorre que esse espírito persecutório parece ser também preguiçoso. Ouviu dizer isso a meu respeito por aí e repete sem ao menos verificar se essa opinião coincide com os fatos. Eu não me importaria nem um pouco em ser uma espécie de archote da “indignação moral com a corrupção”, só que o meu trabalho e o meu texto têm outro objeto.

Eu não acho que um dia o Brasil ficará livre dos Mouras como ele crê que possa ficar livre dos Reinaldos. Aliás, espero que não ocorra nem uma coisa nem outra. O paraíso dos iguais pelo qual ele parece ansiar seria, pra mim, a experiência viva do inferno. A única razão de ser de um embate intelectual é a existência do adversário. A minha ética, se posso chamar assim, é a de uma guerra sem vencidos. “Ah, mas, então, o mundo não sai do lugar.” Sai, sim. É que o jogo não tem fim. Eles é que querem sair babando a sua vitória, saqueando e incendiando casas, violando as virgens, sacrificando as crianças. Para quê? Para que possam gritar: “Venceeemos!”. E depois? Tudo saindo conforme o esperado — não sairá —, começariam a se matar em seguida. Os Mouras seriam os primeiros da fila. No mundo pelo qual ele luta, não há lugar para editores de livros. Enquanto existirem os Reinaldos, os Diogos, os Sabinos, os Pondés e os Coutinhos, gente como Moura pode nos odiar, que estaremos a proteger o seu nobre pescocinho.

É isto: a “direita liberal”, no fim das contas, protege esses babacas de suas próprias utopias. Ou terminariam todos com uma picareta enfiada no crânio ou no paredão, para onde seriam enviados pelos próprios ex-companheiros. Enquanto eu existir, Flavinho VE, a minha cabeça sempre estará à frente da sua na lista de prioridades do regime. Entendeu ou agora quer que o Tio Rei desenhe?

Por Reinaldo Azevedo

PV turbina Gabeira, que nega candidatura à Presidência em 2014

‘Sou jornalista e quero continuar sendo jornalista’, afirmou ao ‘Estado’

RIO – Alvo de especulações de que seria candidato à Presidência da República em 2014, o ex-deputado federal Fernando Gabeira (PV-RJ) negou nesta quinta-feira, 18, a disposição para se candidatar. “Eu sou jornalista e quero continuar sendo jornalista”, afirmou aoEstado.

PVAs especulações davam conta de que sua candidatura seria proposta durante o programa eleitoral do PV que foi ao ar na quarta-feira, 17, em rede nacional de televisão. Gabeira afirmou que falaria durante um dos dez minutos do programa, mas não para se lançar candidato. “Eu falo no programa que o PV teve uma trajetória, trouxe uma série de novas ideias que hoje já não são mais novas, e é preciso agora encontrar as ideias novas do presente. Então eu posso ajudar o PV a fazer isso, mas através de cursos, de palestras, e não como candidato a nada.”

O programa comemorou os 27 anos do partido, fundado em 17 de janeiro de 1986, e narrou sua trajetória. “Quando o Partido Verde começou no Brasil foi difícil. As pessoas ouviam falar do meio ambiente num país com tanta gente morrendo de fome, e a gente com o tempo conseguiu demonstrar que havia uma relação entre a morte de muitas pessoas, seja por fome, seja por desastres naturais, com o meio ambiente. Foi difícil também porque a gente defendia direitos individuais, éramos contra a discriminação ao negro, à mulher, ao homossexual”, afirmou Gabeira. “Agora temos que olhar para o futuro. (…) Estou pronto para colaborar com o partido”, concluiu, sem mencionar nenhuma eleição.

Segundo Gabeira, o PV ainda não tem um nome definido para disputar a próxima eleição presidencial. O jornalista foi candidato a prefeito do Rio em 2008, quando perdeu para Eduardo Paes (PMDB), e candidato a governador em 2010, quando foi derrotado por Sérgio Cabral Filho (PMDB).

Homem é flagrado atirando em jacarés em via pública de Manaus

O flagrante foi feito pela jornalista Sandra Monteiro, em plena luz do dia, em uma das principais vias de acesso ao Centro de Manaus, e postado em seu perfil na rede social Facebook. Indignada, Sandra denunciou na comunidade o abuso do cidadão.

Jornalista flagra homem atirando em jacaré em Manaus

Jornalista flagra homem atirando em jacaré em Manaus (Sandra Monteiro)

Flagrante de desrespeito à natureza. Um homem não identificado parou seu carro, modelo Honda Civic, de placa NOK 7888, no final da tarde desta quinta-feira (10/01), desceu e atirou por alguns minutos em jacarés que estavam na areia em um igarapé que passa pela avenida Constantino Nery, entre os conjuntos Parque dos Ingleses e Jornalistas, no bairro Chapada, Zona Centro-Sul de Manaus. A prática é considerada crime ambiental.

O flagrante foi registrado pela jornalista Sandra Monteiro, em plena luz do dia, em uma das principais vias de acesso ao Centro de Manaus, e postado em seu perfil na rede social Facebook. Indignada, Sandra denunciou na comunidade o abuso do cidadão. Na foto não é possível observar a marca ou modelo da arma ou mesmo se trata-se de um modelo de ar comprimido.

O portal acritica.com levou a denúncia ao Batalhão Ambiental, o qual informou que, minutos antes, recebera uma ligação informando o ocorrido. Uma viatura foi encaminhada ao local, mas ninguém foi encontrado. Ele não soube informar se algum animal ficou ferido ou foi morto na ‘brincadeira’.

Segundo o cabo Heliton Vasconcelos, do Batalhão Ambiental, o homem infringiu o artigo 29 da Lei 9.605, que especifica os crimes ambientais. A denúncia será encaminhada à Delegacia de Meio Ambiente (Dema) para investigação.

Ele informou que, como é possível enxergar a placa do carro na foto, o infrator poderá ser localizado. Ainda de acordo com Heliton, a prática pode levar à detenção de três meses a um ano e pagamento de multa.

Desabafo da Jornalista Sandra Monteiro em seu facebook:

Quero manifestar minha indignação com o comportamento deste idiota que parou agora há pouco aqui no condomínio, num Honda Civic Prata, de placas NOK 7888, para ficar disparando um tipo de arma contra os jacarés que sempre aparecem no igarapé e que já até foram tema de matéria no Amazonas Em Tempo, pautada pelo César Augusto de Oliveira.
Pelo que pude perceber, esse babaca (me perdoem o termo, mas estou muito p da vida) é mas irracional que os animais que estão ali, na natureza, sem fazer mal nenhum…

 

Fontes: Facebook da Jornalista e ACrítica.com

Dinheiro da campanha de Perillo é de caixa 2, diz jornalista à CPI

Embora tenha agendado o depoimento de três pessoas, a sessão da CPI do Cachoeira desta quarta-feira, 27, contou apenas com o depoimento do jornalista Luiz Carlos Bordoni, que atuou em campanhas de Marconi Perillo (PSDB) e Demóstenes Torres (ex-DEM/sem partido). Em quase 8 horas de depoimento, Bordoni afirmou ter recebido “dinheiro sujo” para quitar uma dívida de campanha do governador de Goiás e chegou a dizer que Cachoeira tem um “governo paralelo” e que o “jogo do bicho”, uma contravenção penal, é comum no Estado. “Ele corre frouxo em Goiás”, afirmou.

Um dos pontos polêmicos da sessão foi quando o jornalista colocou em questão a origem dos recursos recebidos por ele para a prestação de serviços a Perillo. “Eu trago aqui a verdade dos fatos. Pelo meu trabalho limpo eu fui pago com dinheiro sujo”, disse, durante a sessão desta quarta-feira, 27, Bordoni. O jornalista faz referência a depósitos que foram feitos por empresas ligadas ao grupo do contraventor Carlinhos Cachoeira.

Marconi Perillo (PSDB)

Assim como na reunião desta terça-feira, 26, a sessão foi marcada por acusações feitas pela oposição de que o andamento da CPI está sendo prejudicado pelo presidente, que é do PT. Segundo os parlamentares, o presidente interino Paulo Teixeira (PT-SP) estaria defendendo o depoente. No final, o relator Odair Cunha (PT-MG) disse que eram inconsistentes as acusações de que o jornalista tenha cometido crime por sonegar impostos. “Há no direito tributário um recurso que não qualifica como crime um tributo não pago”, pontuou.

Em abril de 2010, o jornalista afirmou ter fechado verbalmente numa conversa com Perillo sua atuação da campanha, na área de rádio. Sem contrato, ele disse que acertaram que a participação seria de R$ 120 mil na campanha e R$ 50 mil de bônus pela vitória. Segundo o jornalista, R$ 80 mil foram pagos durante a campanha, metade deles pagos em espécie pelo governador – o dinheiro estaria num envelope amarelo, guardado dentro de um frigobar. Bordoni disse que, parar receber o restante da dívida, repassou a conta de sua filha, Bruna, para o ex-assessor especial de Perillo Lúcio Fiúza. “Ao Lúcio foi dado a conta de Bruna. Não a cascatas ou a cachoeiras”, disse. No dia 14 de abril de 2011, ele afirmou que a conta da filha recebeu em um depósito de R$ 45 mil feito pela Alberto & Pantoja. O restante foi pago pela Adécio & Rafael Construtora e Terraplanagem.

O jornalista, que colocou à disposição da CPI seus sigilos bancário, fiscal e telefônico, disse nunca ter se preocupado “quem depositou” os recursos. “Para que e por que eu iria mentir, meus amigos? Eu fiz um pacto com meu amigo Marconi. Quem tem amigos como tal, não precisam de inimigos”, afirmou. Para ele, Perillo “faltou com a verdade” no depoimento que prestou à CPI, negando o caixa dois da campanha.

Bordoni, que trabalha para o governador desde 1998, desafiou Perillo a sustentar a versão de que só recebeu R$ 33 mil na campanha, por meio da empresa Arte Mídia. O jornalista mostrou o contrato que o governador disse ter firmado com ele. E ressaltou que o documento não traz qualquer menção a ele. “Se os senhores identificarem neste papel onde está escrito o meu nome, eu engulo esta folha”, afirmou.

Outros depoentes. Na sessão desta quarta, estavam previstos os depoimentos de Jayme Eduardo Rincón, ex-tesoureiro da campanha do governador em 2010, e Eliane Gonçalves Pinheiro, ex-chefe de gabinete de Perillo. A defesa de Jayme Rincón, no entanto, pediu adiamento do depoimento alegando motivos de saúde. Já ex-chefe de gabinente do governador compareceu, mas fez uso do direito constitucional de ficar em silêncio. Rincón é suspeito de ter recebido R$ 600 mil do grupo de Cachoeira. Eliane Gonçalves teria repassado informações sobre operações policiais aos investigados pelas operações Monte Carlo e Vegas.

Nessa terça-feira, das três testemunhas convocadas, se dispôs a falar apenas o arquiteto Alexandre Milhomen, responsável pela reforma na casa onde foi preso o empresário goiano Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira. Lúcio e Écio conseguiram no Supremo Tribunal Federal habeas corpus garantindo o direito de permanecer em silêncio. À comissão, o arquiteto afirmou que foi contrato pela mulher de Cachoeira, Andressa Mendonça, o que, na avaliação da CPI, indicaria a relação entre o contraventor e o governador de Goiás.

Fonte: Estadão