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A intolerância do PT – Por Júlio Cardoso

Infelizmente, depois do surgimento do PT, o país sofreu um antagonismo político irracional em que o bem-estar, a paz e o progresso da nação ficaram subjacentes em relação à busca da manutenção do poder, a qualquer custo, pelo Partido dos Trabalhadores, liderados por Lula e segmentos radicais petistas.

A polarização ranzinza continua existindo, e Fernando Haddad em sua primeira manifestação, logo após o resultado das urnas, conclamou a militância petista a cerrar fileiras na oposição contra o governo e já visando à próxima eleição ao Planalto.

Ora, em vez de reconhecer, democraticamente a derrota e desejar sucesso ao novo presidente, o PT alimenta invulgar ódio político se não tiver o país sob o seu comando.

A militância petista se comporta como torcedor, por exemplo, de Grêmio ou Internacional, Vasco ou Flamengo, Atlético ou Cruzeiro… Um quer ver a desgraça do outro. E essa índole maléfica, lamentavelmente, é disseminada no seio familiar.

Assim, depois de inglorioso período corrupto de governo do PT, o Brasil ressurge com a esperança de volta da ordem e do progresso, agora sob  o  comando de JAIR BOLSONARO, legitimamente eleito pela maioria dos eleitores brasileiros.

Esperamos que o novo governo faça uma limpeza no país, restaure a confiança nas instituições, dê fundamental atenção à educação, saúde, segurança e que recomende para a cadeia muitos políticos corruptos, observando o devido processo legal. E que Lula tenha tratamento prisional da mesma forma como são tratados os demais presos brasileiros: sem privilégios e reclusão em carceragem comum.

 

Júlio César Cardoso
Bacharel em Direito e servidor federal aposentado
Balneário Camboriú-SC

Bolsonaro com 55% e Haddad com 45% na véspera da eleição

Diferença entre os dois finalistas da corrida presidencial cai para 10 pontos, sem contar eleitor indeciso.

​​O deputado Jair Bolsonaro (PSL) chegou à véspera do segundo turno da eleição presidencial com 55% das intenções de votos válidos e vantagem de 10 pontos percentuais sobre o ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que está com 45%, de acordo com pesquisa concluída pelo Datafolha neste sábado (27).

O levantamento sugere que a diferença entre os dois candidatos se estreitou mais um pouco nos últimos dias, com pequenas oscilações nas preferências de ambos, dentro da margem de erro do estudo, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Desde quinta-feira (25), quando foi concluída a sondagem anterior do instituto, Bolsonaro oscilou negativamente, de 56% para 55% das intenções de votos válidos, sem contar eleitores indecisos e dispostos a votar em branco ou nulo. Haddad oscilou positivamente, de 44% para 45%.

A diferença entre os dois finalistas da corrida presidencial chegou a 18 pontos percentuais há nove dias. Apesar da perda de apoio desde então, Bolsonaro conservou a maior parte dos seguidores que conquistou com a onda conservadora que lhe deu impulso na primeira fase da campanha.

Segundo o Datafolha, 8% dos eleitores chegaram à véspera da eleição inclinados a votar em branco ou nulo, e 5% dizem que ainda não sabem em quem votar. Somados, os eleitores sem candidato representam 13% do eleitorado.

O Datafolha fez 18.371 entrevistas em 340 municípios na sexta (26) e neste sábado. A pesquisa foi contratada pela Folha e pela TV Globo, e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-02460/2018.

O levantamento indica que 92% dos eleitores estão decididos e poucos deixaram a definição para a volta às urnas neste domingo (27). Segundo o Datafolha, 94% dos apoiadores de Bolsonaro e 93% dos que votam em Haddad se dizem totalmente decididos.

Entre os eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto, somente 23% disseram que ainda podem mudar de ideia até a votação. Mesmo que todos optassem por Haddad na última hora, os votos seriam insuficientes para eliminar a  diferença que separa Bolsonaro e o petista.

Haddad chegou ao fim da campanha despertando maior antipatia no eleitorado do que Bolsonaro. Segundo o Datafolha, 52% dos eleitores dizem que não votariam no petista de jeito nenhum. A taxa de rejeição de Bolsonaro é de 45%.

Entre os eleitores inclinados a votar em branco ou anular o voto, somente 23% cogitam a possibilidade de votar em Haddad e 75% dizem que não o apoiariam de jeito nenhum.

Nesse mesmo segmento, 18% afirmam que poderiam votar em Bolsonaro se mudarem de ideia até a hora da votação e 80% rejeitam a ideia.

Os números do Datafolha mostram que nas últimas semanas Bolsonaro perdeu mais votos entre os Os números do Datafolha mostram que nas últimas semanas Bolsonaro perdeu mais votos entre os homens do que entre as mulheres, entre os mais velhos e os mais ricos. O candidato do PSL perdeu terreno em todas as regiões do país, mas  conservou o apoio no Sudeste, a mais populosa.

Haddad manteve vantagem expressiva sobre o adversário no Nordeste, o mais fiel reduto petista, e ganhou apoio nas últimas semanas em todas as outras regiões. Segundo o Datafolha, ele tem mais votos do que Bolsonaro entre eleitores mais pobres, com renda de até dois salários mínimos, e os menos escolarizados.

Os dois finalistas chegaram à véspera da eleição empatados nas preferências do eleitorado feminino, Haddad com 42% das intenções de votos totais e Bolsonaro com 41%.

O capitão reformado, que é considerado ofensivo por muitas mulheres, enfrentou rejeição maior entre elas desde o início da campanha. Entre os homens, Bolsonaro tem 55% e Haddad está com 37%.

Cai aprovação de Alckmin e Haddad depois de protestos, diz pesquisa

Datafolha mostra que avaliação positiva do governador de SP passou de 52% para 38% e do Prefeito, de 34% para 18%; no Rio, popularidade de Cabral e Paes também registrou queda

A avaliação do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) e do prefeito da capital, Fernando Haddad (PT), também foram atingidas pelos protestos contra o aumento do preço da tarifa do transporte público. Segundo pesquisa do instituto Datafolha divulgada nesta segunda-feira, 1º, a popularidade do tucano caiu 14 pontos e do petista, 16 pontos.

Haddad e Alckmin
Haddad e Alckmin

No sábado, também de acordo com levantamento do Datafolha, a popularidade da presidente Dilma Rousseff passou de 57% para 30% nas últimas três semanas. A redução é a maior queda de aprovação de um presidente aferida pelo Datafolha desde Fernando Collor em 1990.

A comparação da avaliação do desempenho de Alckmin e Haddad foi feita entre 6 e 7 de junho, antes da intensificação dos protestos na capital, e 27 e 28 de junho, quando já havia sido anunciada a revogação do aumento das tarifas do metrô, CPTM e ônibus. No primeiro levantamento, 52% achavam o governo Alckmin ótimo ou bom e 31% achavam regular. Na semana passada, a avaliação positiva registrou 38% e a regular subiu para 40%. O índice daqueles que consideram ruim ou péssimo também aumentou de 15% para 20%.

A pesquisa foi realizada nos dias 27 e 28 de junho em 44 municípios e ouviu 1.723 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Já em relação a Haddad, no início de junho, 34% o consideravam ótimo ou bom e 21%, ruim ou péssimo. Três semanas depois, a avaliação positiva caiu para 18% e a reprovação saltou para 40%. Aqueles que consideram regular oscilou de 37% para 35%. A pesquisa foi realizada nos dias 27 e 28 de junho e entrevistou 1.106 pessoas. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

No Rio. A onda de protestos também influenciou a aprovação do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), e do prefeito da cidade, Eduardo Paes (PMDB). A popularidade do governador passou de 55% para 25% e reprovação subiu de 12% para 36%, na comparação com a pesquisa anterior, feita em novembro de 2010. O levantamento foi realizado nos dias 27 e 28 de junho em 27 cidades e ouviu 1.108 pessoas. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Em relação a agosto de 2012, a avaliação positiva de Eduardo Paes caiu de 50% para 30%, e a reprovação aumentou de 12 para 33%. O instituto ouviu 605 pessoas entre os dias 27 e 28 de junho. A margem de erro é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.

 

O protesto avança e faz Haddad e Alckmin anunciram redução de tarifas do tranporte público em SP

Valor das tarifas, atualmente em R$ 3,20, volta para R$ 3, segundo antecipou o ‘Estado’

SÃO PAULO – O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT) e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB) anunciaram nesta quarta-feira, 18, a redução da tarifa de ônibus e trens do Metrô e da CPTM. O anúncio foi feito em coletiva no Palácio dos Bandeirantes. Com isso, o valor das tarifas, atualmente em R$ 3,20, volta a custar R$ 3, segundo antecipou o Estado.

A decisão foi tomada depois de uma sequência de manifestações contra o aumento das passagem de ônibus na capital e também no restante do Estado.

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No último deles, ocorrido nesta terça-feira, 17, foi marcado por atos de vandalismo, lojas saqueadas e a depredação da Prefeitura e de outros prédios do centro de São Paulo. Após início pacífico do ato, um pequeno grupo atacou a sede da Prefeitura e as lojas da Rua Direita. Na manhã desta quarta, lojistas e garis dividiram a tarefa de limpar os vestígios da depredação.

Sobre os episódios, em entrevista coletiva concedida nesta quarta, Haddad atribuiu a destruição a “criminosos” que participaram do último protesto em SP. “Infelizmente o debate tem sido interditado por grupos que não confiam na democracia. São criminosos os que estão agindo nas ruas”, criticou.

Na tarde desta quarta, Haddad disse que a tarifa só baixaria imediatamente assim que um projeto de lei que desonera o setor de transporte público fosse aprovado no Congresso.

Até então, a administração municipal mostrava que não iria recuar da decisão de aumentar a passagem de ônibus. O Ministério Público de SP chegou a sugerir que o valor da tarifa retornasse a R$ 3, mas a Prefeitura não acatou.

“Você acha que se eu pudesse não ter aumentado, eu teria aumentado? A prefeitura não tem fonte de financiamento para mais subsídio”, disse Haddad, numa das vezes em que afirmou que não reduziria o valor.

Outras cidades. A passagem de ônibus também baixou em Presidente Prudente, no interior de São Paulo. O valor da tarifa caiu R$ 0,10 e, a partir de sábado, passará a custar R$ 2,50. A redução da tarifa, que custa R$ 2,60 desde janeiro, foi uma decisão unilateral do prefeito Milton Carlos de Mello, o Tupã (PTB).

Ele não consultou as duas empresas de ônibus da cidade e, nesta quarta, diminuiu o preço. O estudo foi baseado na redução dos impostos Cofins e PIS/Pasep cobrados das empresas de transporte coletivo pelo governo federal.

Na segunda, cerca de 2 mil manifestantes protestaram no centro da cidade contra o preço da passagem. Alguns chegaram a ocupar a rampa que dá acesso à Prefeitura e à Câmara de Vereadores.

 

Fonte: Estadão

Afif leva a Haddad projeto que governo tucano ‘abandonou’

Cada vez mais próximo do PT, o ministro da Micro e Pequena Empresa e vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), se reúne hoje à tarde com o prefeito da capital paulista, Fernando Haddad (PT), para implantar um projeto que ele diz ter sido “abandonado” pelo governo de Geraldo Alckmin (PSDB).

O ministro se encontrará com Haddad às 17h, na Prefeitura de São Paulo, para discutir o formato do Sistema Integrado de Licenciamento (SIL) municipal, que tem o objetivo de reduzir os trâmites burocráticos para a abertura e o fechamento de empresas. O ministro diz que recebeu a missão da presidente Dilma Rousseff (PT).

Afif tentou lançar o projeto no Estado em 2011, quando ocupava a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, mas o sistema chegou a apenas 4% dos municípios paulistas. Ele alega que a proposta “sequer foi implantada” pelo governo Alckmin depois que ele foi “demitido” da pasta “por uma questão política” (o vice-governador foi tirado da secretaria depois que ajudou Gilberto Kassab a fundar o PSD e deixou o DEM, um dos principais partidos aliados de Alckmin).

Enquanto trabalha em sintonia com os petistas no governo federal e na capital, Afif continua no cargo de vice-governador da administração tucana no Estado de São Paulo – a Assembleia Legislativa ainda não decidiu se leva adiante o processo que pode levar à perda de seu mandato.

Detalhe: o compromisso não constava da agenda do prefeito divulgada ontem à noite.

Blog Julia Duailibi

Supercoxinha – Prefeitura de SP, do “homem novo”, agora adere à mendicância companheira – Por Reinaldo Azevedo

Esta é de lascar! O petista Fernando Haddad, prefeito de São Paulo, prometeu métodos novos para gerir a cidade. Um deles veio à luz ontem: a mendicância. Leiam o que informa André Monteiro, na Folha. Volto em seguida.

Responsável pelo trânsito da maior cidade do país, a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) tem mesas e cadeiras em estado precário, computadores obsoletos e falta de TVs para uma de suas principais atividades: monitorar os congestionamentos nas vias de São Paulo. O diagnóstico é da Secretaria dos Transportes, que fez uma lista de 96 itens e quase 11 mil produtos para suprir as “necessidades de infraestrutura” de órgãos ligados à pasta e decidiu fazer um apelo por meio do “Diário Oficial”.

Reinaldo Azevedo - Blogueiro e Colunista - VEJA
Reinaldo Azevedo – Blogueiro e Colunista – VEJA

A pior situação, avalia a pasta, é da própria CET, que precisa, por exemplo, de 3.179 cadeiras e de 17 televisões, de 22 a 50 polegadas, “especialmente para os setores de monitoramento do trânsito”. “O grande número se justifica pela precariedade que se encontra o mobiliário”, justifica a secretaria. A situação ocorre em um momento de arrecadação recorde com as multas de trânsito na cidade de São Paulo. O crescimento da receita foi de 66% entre 2009 a 2012, atingindo R$ 819 milhões.

O Código de Trânsito Brasileiro diz que os recursos arrecadados com as multas não podem ser desviados para outras áreas, devendo ser aplicados em trânsito — sendo 5% para um fundo nacional. Além de doações para a CET, a secretaria pediu bens para a própria pasta e para a SPTrans (empresa responsável pelo transporte coletivo). Entre os pedidos para a companhia de trânsito também estão 756 computadores e 96 notebooks, para “modernização dos computadores que se encontram obsoletos”.
(…)

Voltei
Evidentemente, Haddad acabará recebendo esses mimos de empresas privadas, dispostas a “colaborar” com a Prefeitura. Trata-se de um troço vergonhoso! Como deixa claro a reportagem, não é que falte dinheiro à área — falta é decoro à Prefeitura. Imaginem se a moda pega…

Esse é o PT. Um dos pilares da proposta de reforma política do partido era (eles ainda voltarão à carga) o financiamento público de campanha. Na sua particularíssima moral, os petistas acham que doar dinheiro a uma candidatura (que pode ser derrotada) é indecente. Mas doar bens estimáveis em dinheiro a uma gestão já eleita é não só aceitável como traduz um modo moderno de governar.

Supercoxinha, no traço do leitor Pedro Ivo

 

Por Reinaldo Azevedo

 

PT vai exibir vídeos de Lula diariamente no site de Haddad

Com a propaganda eleitoral liberada na internet a partir desta sexta-feira, 6, o PT começa a exibir uma série de vídeos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no site de seu candidato à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. O objetivo dos petistas é “colar” as imagens do ex-presidente e seu afilhado político antes do início da exibição dos programas eleitorais na TV, em 21 de agosto.

Estratégia semelhante tem a equipe de José Serra (PSDB), que vai apresentar vídeos do candidato em seu site oficial nas próximas semanas. Na primeira gravação, que também entra no ar nesta sexta, Serra convida os usuários a enviar propostas para solucionar os problemas da cidade.

Haddad e Lula

Com a manobra, as equipes de marketing suprem uma lacuna de 45 dias em que os candidatos estarão em campanha, mas não aparecerão na TV.

‘Lula.TV’. No caso do PT, a imagem de Lula terá destaque no portal de Haddad, em um espaço batizado de Lula.TV. O ex-presidente deve fazer gravações diárias para debater os temas da campanha. A coordenação de campanha também pretende fazer transmissões ao vivo a participação do ex-presidente, direto do Instituto Lula, na zona sul paulistana.

A presença de Lula na campanha de Haddad é considerada fundamental pelos petistas. A equipe de campanha acredita que os eleitores ainda não vinculam a imagem do candidato ao ex-presidente – considerado um forte cabo eleitoral. Haddad é pouco conhecido pelos paulistanos e está em terceiro lugar nas pesquisas eleitorais, com 6% das intenções de voto.

A estratégia da campanha petista na internet será comandada pela empresa do marqueteiro João Santana, sob a coordenação de Marcelo Kertész. O foco do portal de Haddad, lançado nesta sexta, será o conteúdo audiovisual. “O grande desafio foi fazer um ambiente mais relevante e inovador do que um simple site tradicional de candidato”, diz.

Além da seção Lula.TV, o site petista também exibirá vídeos que contarão a trajetória política de Haddad, com animações e ferramentas interativas. A página estará ligada a sites e redes sociais como Facebook, Twitter e YouTube.

‘Tucaninho’. A equipe de Serra pretende usar vídeos estrelados pelo candidato para ampliar seu diálogo com os eleitores. Na gravação de estreia, o tucano diz que espera receber contribuições para solucionar os problemas de São Paulo. “Ninguém vai fazer um programa de governo melhor que os próprios paulistanos”, diz. Na página tucana, cada eleitor poderá cadastrar, em um mapa, uma demanda para sua região.

A página do PSDB será adaptável para tablets e terá jogos disponíveis para smartphones. No primeiro deles, chamado de “Tucaninho”, o jogador deve controlar uma ave azul e amarela – cores do PSDB – que sobrevoa a cidade de São Paulo. Também estará disponível para download um ringtone do jingle “Serra já”, baseado no hit sertanejo “Eu quero tchú, eu quero tchá”, da dupla João Lucas e Marcelo.

Com foco nas passagens de Serra pela Prefeitura de São Paulo e pelo governo do Estado, o site exibirá obras desenvolvidas por ele e dará aos usuários a missão de fotografar suas realizações. A militância poderá interagir em uma rede social própria para seus simpatizantes.

A equipe de mídias digitais terá 60 funcionários e será coordenada por Bruno González, filho do marqueteiro Luiz González, responsável pela campanha de Serra. O conteúdo do site será editado pelo jornalista Leão Serva, que foi chefe da assessoria de comunicação de Serra e de Gilberto Kassab na Prefeitura até 2009.

PRB, PPS e PDT. Segundo colocado nas pesquisas, Celso Russomanno (PRB) também vai lançar um site especial para a campanha, mas a página ainda não entra no ar nesta sexta. O ex-deputado pretende interagir pessoalmente com os eleitores nas redes sociais que já usa habitualmente, como o Twitter e o Facebook.

Soninha Francine (PPS) terá um página para sua campanha, ainda sem previsão de lançamento, e também pretende lançar um blog e um álbum de fotos em suas páginas. Paulinho da Força (PDT) lançará um site e perfis em redes sociais para sua campanha a partir de segunda-feira.

Procurada pelo Estado, a equipe do candidato do PMDB, Gabriel Chalita, afirmou que ainda não tem detalhes da estratégia de marketing digital que usará na campanha.

Fonte: Estadão

Lula, Haddad e Ratinho são multados em R$ 5 mil

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o apresentador Ratinho, o SBT e o candidato do PT à prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, foram multados em R$ 5 mil cada um pela Justiça Eleitoral.

Haddad, Ratinho e Lula

A juíza auxiliar da propaganda eleitoral Carla Themis Lagrotta Germano entendeu que houve propaganda antecipada durante a participação dos petistas no programa de Ratinho no dia 31 de maio. A representação havia sido apresentada pelo PSDB e pelo PPS.

Na sentença, a juíza escreveu que no programa “houve propaganda ainda que de forma dissimulada”. “Há clara indução ao eleitor no pedido de votos, na medida em que o pré-candidato (Haddad) se identifica como sendo o novo na política, e naquele em que a população irá votar, porque quer mudança”, escreveu a juíza.

Na avaliação de Carla Germano, Lula fez “propaganda aberta” para o pré-candidato do PT. A coordenação da campanha de Haddad informou que irá recorrer da decisão ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O Instituto Lula e o SBT não quiseram se manifestar. Ratinho ainda seria consultado sobre o caso.

Fonte: Blog do Ricardo Noblat

Nadia Campeão deve ser vice na chapa de Haddad

Após desistência da deputada Luiza Erundina, ex-secretária de Esportes da gestão de Marta Suplicy deve ser confirmada ainda nesta semana.

A ex-secretária de Esportes da gestão da ex-prefeita Marta Suplicy (2001-2004) e atual presidente estadual do PC do B paulista, Nadia Campeão, deverá ser confirmada como vice na chapa do pré-candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad. O anúncio do nome do vice de Haddad está previsto para a tarde desta quarta-feira, 27, no Diretório Municipal do PT, na Capital, informaram fontes ligadas ao PT à Agência Estado.

Nadia deverá substituir a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP) que, na semana passada, abriu mão da vaga de vice na chapa petista após a polêmica foto tirada nos jardins da casa do presidente estadual do PP, Paulo Maluf, reunindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Haddad, no anúncio do apoio dessa legenda à campanha do PT.

Nessa segunda-feira, 25, o PC do B anunciou formalmente o apoio à pré-candidatura de Haddad e a retirada da pré-candidatura do vereador Netinho de Paula. “Politicamente a gente podia ficar fora do centro do debate. A campanha está polarizada entre o Haddad e o Serra. O resultado seria o Netinho sair menor (do processo) do que ele é”, argumentou o dirigente na sede do PC do B em São Paulo, Wander Geraldo da Silva. A coligação dará a Haddad 35 segundos em cada um dos dois blocos da propaganda partidária.

Fonte: Estadão

 

 

 

Chalita volta a criticar Haddad e Serra em evento com empresários

O deputado federal Gabriel Chalita, candidato do PMDB à Prefeitura de São Paulo, voltou a direcionar suas críticas ao candidato do PT, Fernando Haddad, em almoço com empresários da Câmara de Comércio Portuguesa nesta segunda-feira (25), quando atacou a aliança dos petistas com o PP do ex-prefeito Paulo Maluf.

Gabriel Chalita

“Infelizmente um antigo político de São Paulo disse que, ao negociar as alianças, um partido lhe ofereceu a prazo e outro à vista, e ele ficou com o à vista. Isso é o que torna a política tão feia, tão suja e indecente”, afirmou o pemedebista, em referência à disputa entre PT e PSDB pelo apoio –e tempo de propaganda eleitoral– do PP.

O candidato do PMDB disse que é triste ver a “imundice” que a política brasileira ficou. “Pragmatismo é uma palavra mais elegante para desonestidade”, discursou, ao atacar o loteamento de cargos nas secretarias da prefeitura.

Ao responder a pergunta de um empresário sobre o que o diferenciava de seus adversários, Chalita disse que o ex-governador José Serra (PSDB) não tem vontade de ser prefeito por sonhar com a Presidência e que Haddad não pode depender só do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“O Haddad vai ter que convencer a população. Uma coisa é gostarem do Lula –e eu também gosto–, mas o candidato não é o Lula. A população votará pela identificação que tiver com o candidato, com suas propostas”, disse.

Até recentemente, Chalita, que tem um acordo de apoio no segundo turno com Haddad, evitava críticas ao candidato petista.

Fonte: Folha de São Paulo

Lula ataca Serra e promete ‘morder canela’ por Haddad

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou nesta segunda-feira (25) o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, e disse que, se necessário, vai “morder a canela” dos adversários para eleger o petista Fernando Haddad.

Em ato na sede do PC do B, Lula disse que a eleição paulistana está “nacionalizada e polarizada” e que o tucano está “patinando nas pesquisas”.

“Não sei se vocês estão percebendo, pelas últimas pesquisas, que o Serra está patinando”, afirmou.

Segundo a última pesquisa Datafolha, Serra lidera a disputa com 30%, mesmo índice de março, enquanto Haddad tem 8%. No início de março, o petista tinha 3%.

O ex-presidente afirmou que o tucano vai se convencer de que foi um “equívoco disputar a prefeitura pela quarta vez”.

Lula afirmou ainda que a eleição será entre tucanos e os que não são tucanos. E ironizou o discurso de Serra na convenção do PSDB, no último domingo, de que sua candidatura representa a experiência e a competência.

“Se for isso meu filho, você já ganhou, porque de competência ali não tem nada”, disse o ex-presidente a Haddad.

Lula também disse que é preciso ultrapassar a média dos 30% dos votos que o PT registrou na cidade em outras eleições.

“O nosso desafio é descobrir o discurso e quem pode nos ajudar a atingir essa parcela da sociedade que por alguma razão tem medo do PC do B, por alguma razão não gosta do PT e por alguma razão não vota no PSB. E por outra razão vota no Tiririca. É um povo que está aí e é igual nós”, disse o petista.

Fabio Braga/Folhapress
PC do B oficializa desistência de Netinho para apoiar Haddad, na sede do Instituto Lula, em SP
PC do B oficializa desistência de Netinho para apoiar Haddad, na sede do Instituto Lula, em SP

Lula prometeu arrumar um programa na TV para Netinho em troca do apoio a Haddad – Por Reinaldo Azevedo

Por Thais Arbex, na VEJA Online
Para deixar suas pretensões de ser prefeito de São Paulo, o vereador Netinho de Paula (PCdoB) assumiu o papel de noiva abandonada e fez uma série de exigência antes de “entregar o buquê” a Fernando Haddad e fechar o apoio entre seu partido e o PT. O ponto central da negociação entre as legendas foi a reeleição de Netinho, que terá espaço no palanque de Haddad e discursará em todos os comícios do petista. Além disso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva está empenhado pessoalmente em conseguir um programa de TV para o vereador em uma grande emissora.

Reinaldo Azevedo – Blogueiro e Colunista – VEJA

O PCdoB ainda terá chapa própria na eleição para a Câmara Municipal, com 83 candidatos – os outros partidos coligados aceitaram formar uma chapa única de candidatos a vereadores. Os comunistas apostam que Netinho será o mais votado e ajudará a aumentar a bancada do partido pela proporcionalidade. O objetivo é reeleger o vereador Jamil Murad e conseguir uma cadeira na Câmara para o ex-ministro do Esporte Orlando Silva.

Ficou acertada também a participação dos comunistas no governo petista, caso Haddad ganhe as eleições. Além de se manter na Secretaria Especial de Articulação para a Copa do Mundo (Secopa), pasta que ocupa no governo de Gilberto Kassab, o PCdoB reivindicou o comando de outra secretaria, de ao menos uma empresa municipal e de subprefeituras.
(…)

Por Reinaldo Azevedo

Lula tenta que Netinho desista de candidatura e apoie Haddad

Lula e Haddad

O vereador Netinho, pré-candidato a prefeito pelo PC do B, mantém canal direto com o ex-presidente Lula.

O ex-presidente o ajuda inclusive a pensar em estratégias profissionais que garantam a ele espaço no comando de um programa de TV. Tudo para que ele desista da candidatura e apoie Haddad.

Nos cálculos do PT, só a desistência de Netinho, que tem 7% na pesquisa Datafolha, já renderia 2% de intenções de voto a Haddad.

 

 

Fonte: Folha.com

População é que tem que julgar aliança entre Maluf e PT, diz Serra

O pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB), evitou comentar o apoio do PP e Paulo Maluf à chapa formada por Fernando Haddad (PT) e Luiza Erundina (PSB). “É a população que tem que julgar isso”, limitou-se a dizer.

Serra também não definiu sua chapa. “O candidato a vice será definido até o fim do mês”, afirmou o pré-candidato que está hoje no Rio de Janeiro, na reunião dos prefeitos das grandes cidades do mundo, que ocorre paralelo ao Rio +20.

“O PSDB tem um tempo suficiente de televisão. Não vale tudo para aumentar isso”, disse o ex-governador.

José Serra - pré-candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo

Falando sobre questões ambientais, Serra disse que tanto o Estado de São Paulo quanto a cidade estão no caminho certo.

Na avaliação do político, o peso dos carros em São Paulo, em relação às emissões de gases de efeito estufa, caiu porque houve um grande investimento em transportes públicos.

ALIANÇA

A aliança entre PT e PP foi fechada ontem na casa de Maluf, no Jardim Europa, com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do presidente do PT, Rui Falcão, além de malufistas históricos, como o vereador Wadih Mutran (PP).

O desconforto de Erundina foi evidenciado após ela conceder entrevistas aos sites da revista “Veja” e do jornal “O Globo” afirmando que pretendia rever sua permanência na chapa de Haddad. O petista, no entanto, afirmou que conversaria com ela para “confortá-la” e mantê-la como sua vice.

PSOL

O PSOL divulgou nota hoje em apoio a Erundina. “Sua atitude de não aceitar a péssima companhia política de Paulo Maluf na disputa pela Prefeitura paulistana nos move e comove. Move na continuada direção do fazer política com ideias e causas, valores que não são comercializáveis por tempo de exposição na TV e no rádio.”

O partido elogia a “dignidade e nitidez ideológica” da deputada. A nota é assinado por Chico Alencar, líder do PSOL na Câmara.

Fonte: Folha.com

Lula anula falta de apoio de Marta a Haddad, aponta Datafolha

Ao fechar a aliança com o PP de Paulo Maluf em São Paulo, o PT parece sepultar de vez a chance de ter a participação da ex-prefeita Marta Suplicy na campanha de Fernando Haddad.

Isso, porém, não representa uma grande perda, segundo dados levantados pelo Datafolha.
Em pesquisa realizada na semana passada, 30% dos entrevistados disseram que o apoio de Marta poderia fazê-los votar nesse candidato na eleição de outubro. Para 27%, o efeito seria contrário: não votariam nele.

Fora isso, o raio de influência de Marta acaba sendo sobreposto pelo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o melhor cabo eleitoral entre os nomes pesquisados –39% dizem que poderiam votar no candidato dele.

Fonte: Folha.com

PSDB quer aproveitar subexposição de Haddad para explorar Serra

Com o PT impedido pela Justiça Eleitoral de veicular propaganda na TV, o QG do tucano José Serra planeja explorar 100% das inserções a que o PSDB terá direito na Grande São Paulo entre os dias 27 deste mês e 4 de maio.

A estratégia dos tucanos é aproveitar o período de subexposição de Fernando Haddad, que só aparecerá no palanque eletrônico a partir de agosto.

Serra poupa adversários das prévias de críticas e mira no PT

Em campanha nas prévias do PSDB, o ex-governador José Serra evitou críticas a seus adversários na disputa interna e mirou sua artilharia no PT, em evento na zona sul da capital paulista, na noite desta terça-feira.

Serra trava a disputa interna com outros dois tucanos, o secretário estadual de Energia, José Aníbal e o deputado federal Ricardo Tripoli.

A região sul é considerada uma espécie de fortaleza dos adversários de Serra nas prévias, já que eles teriam a maioria dos votos dos militantes da área.

Diante de uma plateia de cerca de 100 pessoas, Serra relembrou feitos de sua administração anterior na prefeitura (2004-2006), como o fim das escolas de lata. Ao fazer ataques, mirou no PT.

Ele aproveitou, por exemplo, para responder crítica do ex-ministro da Educação, Fernando Haddad, candidato petista, sobre a velocidade das obras do metrô em São Paulo.

Haddad havia dito que no ritmo atual, daqui 65 anos o metrô paulistano teria a mesma extensão que o da Cidade do México. “Na Cidade do México quem faz o metrô é o governo federal. Aqui não. Aqui é o Estado e a prefeitura”, disse Serra.

Para rivalizar com o ato de Serra, Aníbal e Tripoli convocaram uma manifestação em defesa da realização de um debate entre os três pré-candidatos antes das prévias, marcadas para o próximo dia 25.

Questionado, o ex-governador disse ignorar o evento e se esquivou sobre a disposição em participar de um debate. “Isso é com a executiva municipal”, respondeu.