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Efeito Trump gera 878 mil novos milionários nos últimos 12 meses

A expansão da economia dos Estados Unidos, impulsionada pelo corte de impostos sancionado por Donald Trump, contribuiu para a geração de 878.000 novos milionários nos últimos 12 meses.

As informações foram publicadas em um relatório de riqueza internacional do Credit Suisse e reproduzidas pelo jornal “Washington Examiner“.

“O boom continua”, diz o Relatório Global de Riqueza do Credit Suisse sobre a rápida expansão da economia dos Estados Unidos.

O texto do relatório acrescenta:

Olhando para o número de milionários, vemos que existem 42,2 milhões de milionários em todo o mundo, um aumento de 2,3 milhões nos últimos 12 meses.

Nossa pesquisa indica que os Estados Unidos adicionaram 878 mil novos milionários – representando cerca de 40% do aumento global – em seu estoque já considerável de cidadãos com milhões na conta bancária.

O relatório mostrou que a riqueza geral nos EUA, cresceu 6,5%, acima da média mundial de 4,6%, um padrão que começou durante o governo do ex-presidente Barack Obama e está sendo alavancado pelo atual presidente Donald Trump.

Apesar do número positivo, o relatório tentou sugerir que a economia Trump está muito quente para manter este ritmo, mas admitiu que não há fim à vista.

Estados Unidos elogia postura do Brasil em relação ao Mais Médicos

Através de Kimberly Breier, os Estados Unidos elogiou a postura e decisão do presidente eleito Jair Bolsonaro em relação ao programa Mais Médicos, registrou o Conexão Política.

“Que bom ver o presidente eleito Bolsonaro insistir em que os médicos cubanos no Brasil recebam seu justo salário ao invés de deixar que Cuba leve a maior parte para os cofres do regime”, escreveu Breier Twitter.

70% do salário dos médicos cubanos que trabalham no Brasil é confiscado pela ditadura cubana, além de não existir comprovação de que as pessoas enviadas para cá estão aptas para desempenhar a medicina.

Bolsonaro alterou os termos do programa, condicionando os médicos a uma avaliação de aptidão e direcionando o salário integral para eles, sem porcentagem para Cuba.

Após o anúncio, Cuba se retirou do programa e exigiu que os médicos cubanos retornem ao país de origem.  O presidente eleito declarou que irá conceder asilo político para os que solicitarem. 150 médicos cubanos já estão na Justiça para pedir residência no Brasil.

Conselho de Segurança Nacional dos EUA elogia postura de Jair Bolsonaro

O Conselho de Segurança Nacional (NSC, sigla em inglês) dos Estados Unidos parabenizou o presidente eleito Jair Bolsonaro por tomar posição contra a ditadura cubana.

Em mensagem publicada no Twitter na noite desta sexta-feira (16), o perfil do NSC elogiou a atuação de Jair Bolsonaro.

O Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos agradeceu Bolsonaro por “tomar posição contra o regime cubano por violar os direitos humanos de seu povo, incluindo médicos enviados para o exterior em condições desumanas”.

O diplomata John Bolton é o atual chefe deste órgão da Casa Branca, Bolton deve visitar o Brasil ainda este mês para conversar com Bolsonaro.

Dr. Rey vai à casa de Bolsonaro e pede para ser ministro da Saúde

Cirurgião plástico e apresentador de tevê esteve no condomínio onde mora o presidente eleito na Barra da Tijuca. Se empossado, ele quer extinguir o SUS

De olho em uma das mais tradicionais pastas da Esplanada, o cirurgião plástico e apresentador de tevê Dr. Rey se candidatou ao cargo de chefe da Saúde. O médico esteve, nesta sexta-feira (9/11), no condomínio onde mora Jair Bolsonaro e sugeriu o próprio nome para comandar o ministério.

Uma das primeiras propostas do cirurgião, caso seja empossado como ministro, é acabar com o Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo ele, nos Estados Unidos é assim, e a população é melhor atendida.

“Quero que todo brasileiro tenha seguro privado. Vamos dar qualidade ao atendimento do brasileiro. O que acontece no SUS é um crime. Eventualmente, eu quero fechar o sistema público. Todo brasileiro terá seguro privado”, disse na entrada do condomínio, segurando uma bandeira do Brasil.

Dr. Rey minimizou a polêmica que seu projeto poderia causar. “Não é loucura, gente. É assim nos Estados Unidos. Trago um sistema de primeiro mundo. Esperar dois anos para um mamograma do seio é crime contra a humanidade”, criticou.

Autoconvite 

O médico deixou claro que não foi convidado pela equipe de Bolsonaro para o encontro. “Eu sou louco pelo Brasil. Talvez nem abram a porta, mas eu amo o Brasil. Aprendi muito lá fora e espero contribuir de alguma maneira”, ponderou.

“Eu sou cogitado para ministro da Saúde. Fui treinado lá fora, conheço o sistema de primeiro mundo. Estávamos no mesmo partido, somos amigos e espero que ele (Bolsonaro) me cogite para ministro”, argumentou Dr. Rey, antes de entrar no condomínio na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O médico foi autorizado a entrar no residencial e ficou por lá durante 30 minutos. Ao sair, não disse se foi recebido ou não por Bolsonaro. O Correio entrou em contato com a equipe do presidente eleito e aguarda posicionamento.

Ministério reage

Em nota, o Ministério da Saúde repudiou a possibilidade de extinção do SUS. “Atualmente no Brasil, 160 milhões de pessoas, ou seja, cerca de 70% da população, utiliza exclusivamente o SUS de forma gratuita, desde um simples atendimento ambulatorial a serviços de média e alta complexidade, como o transplante de órgãos. Em 2017, por exemplo, foram realizados 3,9 bilhões de procedimentos ambulatoriais; 1,3 bilhão de consultas/atendimentos e 11,4 milhões de internações”, afirmou a pasta.

Cirurgião, político e apresentador

Dr. Rey concorreu a uma vaga de deputado federal por São Paulo em 2014, mas não foi eleito. Este ano, foi pré-candidato ao Palácio do Planalto, mas desistiu da disputa.

Cirurgião conhecido por celebridades, o médico é muito requisitado para colocação de próteses mamárias. Apresentou no Brasil e nos Estados Unidos programas de televisão com essa temática. Ele se especializou na prestigiada Harvard Medical School, em Boston.

 

Desarmados e endividados – Por Alexandre Garcia

Nunca antes na história deste país o brasileiro esteve tão endividado. Só para os bancos, os brasileiros estão devendo 1 trilhão e 215 bilhões de reais. Isso no mês das compras de Natal e no mês do 13º salário.

Aliás, a soma das dívidas com os bancos é oito vezes o montante que os brasileiros vão receber como 13º. São dados do Banco Central. Os juros são altíssimos. O do cheque especial é de 149% ao ano – quer dizer, duas vezes e meia o valor da dívida. Quem tirou mil reais fica devendo R$ 2.500 ao fim de um ano.

A dívida do crédito rotativo pelo cartão, segundo o Banco Central, tem o astronômico juro de 194% ao ano. Ou seja, ao fim de um ano, a dívida quase triplica.

Mil reais se convertem em 2.940. No empréstimo pessoal, o juro é de 45% ao ano, em média. Tirou mil, devolve 1.450. O financiamento bancário para comprar automóvel é o menos exorbitante: 21,7% ao ano, em média.

É para o governo estimular a indústria automobilística, além da redução do IPI. Nos últimos 10 anos, a frota de veículos subiu de 35 milhões para 80 milhões, mas os veículos não têm como circular livremente nem dispõem de área para estacionar.
E o governo estimula as pessoas a se endividar.

Quando era presidente, Lula apelava aos brasileiros para que continuassem comprando. O Brasil teve crescimento com base no consumo, mas agora a capacidade de comprar está se esgotando. Os bancos oficiais oferecem crédito.

Fazem propaganda como se o crédito fosse uma mercadoria essencial, como se vê na publicidade do Banco do Brasil, do BNDES e da Caixa Econômica. A Caixa chega a fazer propaganda de uma contravenção: o jogo de azar – e estimula as pessoas a contrair o vício do jogo.

Enquanto isso, o governo finge não ter entendido a mensagem do referendo sobre desarmamento, em que dois em cada três eleitores foi contrário à proibição do comércio de armas. No país sem segurança, as pessoas precisam exercer seu direito de defesa.

Nos Estados Unidos, onde toda família tem arma em casa, ninguém invade residência e os homicídios são 15 mil por ano, em 300 milhões de habitantes. Aqui, com as restrições às armas, os bandidos ficam à vontade e há 50 mil homicídios em 200 milhões de habitantes. Querem que sejamos cidadãos desarmados e endividados.

Será que assim enfraquecidos seremos mesmo cidadãos ou cordeirinhos?
Presos políticos – Nada mais significativo que a bandeira de Cuba tremulando junto à bandeira do PT, para encimar cartazes que falam em “julgamento de exceção” e “presos políticos”, diante do Presídio da Papuda.

Com efeito, Cuba e julgamentos de exceção, com presos políticos, formam uma simbiose. Nem todos do partido pensam assim. Liderança histórica do PT, ex-ministro de Lula e ex-governador do Rio Grande do Sul, Olívio Dutra, acaba de declarar, em entrevista ao “Jornal do Comércio”, “Eu não os considero presos políticos; foram julgados e estão cumprindo pena por condutas políticas… Não é o passado que está em jogo; é o presente e eles se conduziram mal, envolveram o partido.”

Se o passado estivesse em jogo, não seriam réus primários e não teriam regime semiaberto, mas a anistia concedida pelo regime militar anulou as condenações da época. Os réus petistas e parte da militância insistem na tese de prisioneiros políticos. Onde quer que haja o regime comunista, há preso político.

Hoje, em Cuba e na Coréia do Norte; ontem na União Soviética. Com julgamentos sumários. Crimes de opinião. Nenhum dos presos do mensalão foi condenado por suas opiniões, mas por crimes financeiros. Como no crime financeiro se igualam a capitalistas, concluem que é nobre ser preso político.

A fala de Anzor, o pai dos terroristas: quando o perigo é maior do que o dano

As intervenções públicas de Anzor Tsarnaev, pai de Tamerlan e Dzhokhar, os dois rapazes que praticaram os atentados terroristas de Boston, revelam uma construção mental sob medida para idiotas que adoram viajar em teorias conspiratórias, especialmente nesses tempos de Internet, em que a verdade mais facilmente se confunde com a versão que ganha um maior número de adeptos. Vejam bem: os irmãos só são tratados como “suspeitos” de envolvimento com os atentados por uma questão técnica: afinal, não se tem a imagem dos dois com as bombas na mão (só com as mochilas), e ainda não há a palavra final da Justiça. Mas o conjunto de evidências não deixa a menor dúvida. Os eventos que se seguiram na fase da caçada policial são por demais eloquentes. Esses dois atacaram a polícia com explosivos, atiraram contra policiais, mataram um deles. Mesmo assim, o pai insiste: tudo não passaria de uma armação porque, ora vejam!, eles seriam “dois bons muçulmanos”.

Reinaldo Azevedo - Blogueiro e Colunista - VEJA
Reinaldo Azevedo – Blogueiro e Colunista – VEJA

Eu não tenho a menor dúvida de que bons muçulmanos não fazem essas coisas absurdas, como sempre tive a certeza de que bons cristãos não explodiam bombas na Irlanda do Norte. Ocorre que, em razão de questões locais e de derivações teratológicas dos fundamentos éticos do cristianismo, cristãos explodiam bombas na Irlanda do Norte, sim! Não adiantava fingir que eram agnósticos ou budistas. Da mesma sorte, em razão de uma leitura fundamentalista da Islã que ganhou força nas duas primeiras décadas do século passado, ser “bom muçulmano”, em muitos casos, passou a significar eliminar o outro em nome da purificação da religião. Atenção! Isso nada tem a ver com Israel. A Irmandade Muçulmana foi criada em 1928. Seu fundador, Hassan al-Banna achava que o Ocidente estava conspurcado independentemente da existência de um estado judeu. Seu sucessor, Sayyid Qutb, resolveu radicalizar. Assim, ser “bom muçulmano” passou a ter um significado muito particular para os extremistas: eliminar os adversários para que a humanidade pudesse ser livre para escolher o verdadeiro Deus… Há, então, uma diferença nada irrelevante entre o terrorismo irlandês e o muçulmano: o palco daquele era restrito, definido pela luta nacionalista. Este outro entende que seus domínios se estendem a todo planeta.

Aqui, abro um parêntese (retomo o fio depois) para uma nota oportuna, à margem do texto principal. Esquerdistas e extremistas islâmicos não se uniram por acaso em muitas causas. Também aqueles acreditam que uma espécie de nuvem de inconsciência impede o ser humano de ver a verdade (qual verdade?). Também eles estão permanentemente preocupados em denunciar manipulações (no caso, a dos capital), que afastariam os indivíduos de seus reais interesses. Também eles acreditam que só haverá liberdade de escolha quando as pessoas não… puderem escolher o que acham errado! E essa visão falaciosa do mundo já está em Marx, não é coisa de epígonos, não. Fecho o parêntese. Retomo.

A depender do que queira dizer Anzor, “bons muçulmanos” fazem o que fizeram os dois irmãos. As acusações do pai não são neutras, coisa de quem quer apenas proteger as crias. Poderia expressar a sua incredulidade em outros termos: “Meus filhos eram bons, não fariam isso; deve haver algum equívoco” Poderia, em suma, expressar a sua dor e até a sua revolta em linguagem não militantes. Ao afirmar, no entanto, que se montou um “espetáculo de Hollywwod”, que tudo não passa de uma “armação das forças especiais americanas”, que há uma tramoia para esconder a verdade dos fatos, aí deixa de falar o pai e começa a falar o aliado, quando menos, intelectual de dois terroristas, seguindo o padrão habitual nesses casos.

E que padrão é esse? A culpa é da vítima.  Ainda que seuss filhos tenham lançado bombas contra a polícia, ainda que tenham atirado contra policiais, com um morto, ainda que haja testemunhas da violência da dupla durante a fuga, nada disso parece suficiente para o, atenção para a palavra, “militante” Anzor: os dois, sugere a sua fala, deveriam ter bons motivos para agir assim; já estariam, então, sob os efeitos da manipulação do serviço secreto americano, daquele “mal” que toma conta da humanidade…

Infelizmente, e isso resta evidente, o pai se mostra um admirador das ações dos filhos. Os dois estavam nos EUA, estudavam em excelentes escolas, tinham um futuro assegurado — o que a Chechênia nunca pôde lhes oferecer —, mas Anzor pretende que são as verdadeiras vítimas.

Afirmei no sábado que, se os dois terroristas estavam ligados a uma rede, isso seria muito ruim; se não estavam, isso pode ser ainda pior. Esse rancor insano revelado pelas palavras de Anzor — somado a uma visão torta de religião, segundo a qual o outro só é o outro porque contaminado pelo pecado, do qual tem de se livrar — estimula um “faça você mesmo o seu atentado”. Nesse caso, não é mais preciso que células terroristas se desloquem de um país para outro para praticar insanidades, o que, em tese ao menos, os serviços de segurança podem detectar. Ao contrário: o risco terrorista passa a existir no seio da própria sociedade, entre pessoas aparentemente integradas. Nesse caso, pouco importa se o indivíduo obteve ou não a cidadania no país que o abrigou ou é um nativo do lugar. O que conta é a sua cidadania espiritual, num reino que não é deste mundo.

Tudo indica que os ataques perpetrados pelos dois irmãos são, infelizmente, do tipo mais perigoso, que se insinua e se instala entre os homens comuns. Como enfrentá-la? Eu, claro!, não tenho a resposta. Quem dera! Voltarei ao assunto em outros posts com considerações que, espero, ajudem a iluminar o debate.

Para encerrar – Uma pergunta aos imbecis que sustentam que tudo não passa de uma grande armação e que os EUA acusam os dois irmãos sem provas. Muito bem: isso me faz supor que essa gente tenha alguma hipótese. Com que propósito, então, os serviços de segurança e a polícia armariam essa cena? Para esconder o quê? Não deve ser apenas para provocar a ira de radicais chechenos, né?

Por Reinaldo Azevedo

Governador de PE desembarca em Washington

O governador de Pernambuco e presidenciável, Eduardo Campos (PSB), desembarcou nesta quarta-feira nos Estados Unidos para dar uma palestra durante a Semana da Inovação nos Governos, do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington.

Governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB)
Governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB)

Pré-candidato à Presidência em 2014, Campos tem cumprido um forte agenda de viagens nos últimos dias. Entre o final da semana passada e o começo desta, o governador esteve em São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

Hoje, nos Estados Unidos, Campos fará uma palestra sobre modernização do setor público em governos sub-nacionais. Na exposição, pretende citar exemplos aplicados no Estado. Também terá um encontro com o presidente da instituição, Luis Alberto Moreno, para tratar da contratação de empréstimos para Pernambuco. Ontem, estava previsto um jantar do governador na Embaixada brasileira.

De acordo com o governo do Estado, Pernambuco já contratou R$ 1,3 bilhão em operações financeiras com o BID. Há outros R$ 2,1 bilhões com o Banco Mundial.

Na sexta-feira pela manhã, Campos volta a Pernambuco e cumpre agenda no interior do Estado, onde inaugura uma fábrica de cimento na cidade de Carnaíba.

Blog Julia Duailibi

Obama abrirá mão de 5% do salário

Presidente dos EUA devolverá US$ 20 mil dos US$ 400 mil que ganha no ano

WASHINGTON, EUA – Compartilhando um pouco das “dores orçamentárias” provocadas pela falta de acordo entre democratas e republicanos para evitar o abismo fiscal, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, irá abrir mão, mensalmente de 5% de seu salário, afirmou nesta quarta-feira um funcionário da Casa Branca

Barack Obama - Presidente Norte Americano
Barack Obama – Presidente Norte Americano

O salário do presidente é de US$ 400 mil por ano, o equivalente a US$ 33 mil por mês. O percentual que será devolvido ao Tesouro americano equivale a US$ 20 mil no ano, ou US$ 1,6 mil por mês. A devolução será retroativa a 1º de março valerá durante todo o ano.

O percentual que será adotado por Obama é o mesmo que os funcionários das agências governamentais foram obrigados a aceitar quando os cortes automáticos de US$ 85 bilhões nos programas do governo entraram em vigor, no começo do mês passado.

Se o Congresso não alcançar um acordo sobre como desfazer os cortes, centenas de milhares de trabalhadores podem ser forçados a tirar licenças sem vencimentos. A redução nos gastos do governo foi parte de um conjunto de medidas para redução do déficit americano, tomadas em 2011.

Novos cortes de salários não estão descartados

A expectativa era que os legisladores encontrassem maneiras eficazes de reduzir os gastos do governo e ajudar a cortar US$ 1 trilhão do déficit, que já ultrapassou US$ 16 trilhões, mas democratas e republicanos não concordaram com o que deveria ser alvo de cortes.

Na terça-feira, o secretário de Defesa, Chuck Hagel, anunciou que cortará o próprio salário no valor equivalente a 14 dias de pagamento – o mesmo sacrifício que seus funcionários civis serão obrigados a fazer. Até 700 mil civis terão que tirar um dia por semana sem salário nos próximos meses.

A Casa Branca anunciou, após semanas sem detalhar como a equipe do presidente seria afetada, que 480 trabalhadores foram notificados de que poderão ter que tirar dias de licença sem pagamento. O secretário de imprensa de Obama, Jay Carney, não descartou a possibilidade de mais reduções de salários se não houver acordo no Congresso para reverter os cortes orçamentários.

— Todos na Casa Branca estão lidando com as consequências, muitos até em suas próprias vidas pessoais, mas é assim que nós trabalhamos aqui — disse Carney.

Ele acrescentou que a administração também está tentando cortar custos desacelerando as contratações, reduzindo compras de insumos, cortando viagens da equipe e revisando contratos em busca de opções para economizar.
Fonte: O Globo

Antena caseira pode tornar o acesso à internet pelo celular mais eficiente

Já utilizada em países como Estados Unidos e Canadá, a tecnologia está em fase de regularização no Brasil

A internet sem fio e os celulares nem sempre são tão móveis quanto se deseja. Às vezes, a conexão à web está perfeita na calçada, mas basta entrar em um ônibus para a navegação se tornar um desafio. Dentro de casa, é comum o jogo de esconde-esconde, no qual alguns simples passos podem tornar o uso do telefone um suplício. Quem sofre com as oscilações de humor da rede pode até levantar o aparelho para os céus na esperança de obter um sinal melhor, mas a culpa mesmo é das antenas de transmissão, que estão a quilômetros de distância.

Os pontos que transmitem as ondas da central para áreas mais distantes nem sempre conseguem entregar todos os dados, o que resulta numa rede deficiente e congestionada. Geralmente, os usuários que moram nos pontos mais distantes da área de cobertura dependem dos investimentos da operadora em novas antenas para reforçar o sinal na região. Contudo, em alguns países, como Estados Unidos, Canadá e Grécia, os clientes já podem incrementar a cobertura de casas, prédios e até mesmo de veículos por conta própria. Os pontos mortos das ondas de internet e de celular são corrigidos por uma tecnologia chamada de femtocélulas, uma espécie de miniestação de transmissão personalizada.

Remédio ou Veneno – Por Rachel Sheherazade

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A virtude deveria estar no meio, como ensinou, à humanidade, o sábio filósofo grego Aristóteles.
Mas, equilíbrio parece ser um dos grandes desafios das sociedades modernas. É o caso dos americanos.
O mesmo país que não admite os pais castigarem seus filhos mais severamente trata crianças com o mesmo rigor dos criminosos.
É muita contradição para a minha cabeça!
Há mesmo uma linha tênue que separa a inocência da razão, a travessura da infração. Difícil o equilíbrio nesses casos.
Mas, quem sabe, em se tratando de crianças (e eu disse, de CRIANÇAS!) o exgero da repressão seja mais danoso que a próprio dano.
Deve haver formas mais inteligentes de se educar um menino. Pois, dependendo da dose, a lição poderá ser o remédio ou o veneno.

Obama anuncia medidas para endurecer controle de armas nos EUA

Presidente pediu ajuda do Congresso para aprovar mais leis sobre o tema.
Pacote é resposta ao massacre de 20 crianças e 8 adultos em Connecticut.

O presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (16) um pacote de 23 medidas para endurecer o controle de armas e pediu ao Congresso mais medidas sobre o tema.

Entre as medidas aprovadas por Obama estão a proibição de comercializar armas de assalto, a exigência de atestado de antecedentes criminais para todos os compradores de armas, e o aumento da cobertura médica para problemas de saúde mental.

As medidas, que não precisam ser aprovadas pelo Congresso, foram anunciadas pelo presidente reeleito em resposta ao massacre na escola Sandy Hook, em Newtown, no estado de Connecticut, em dezembro, que resultou na morte de 20 crianças e 8 adultos, inclusive o atirador.

Entre essas ações estão a proibição das armas de assalto, uma medida para proibir cartuchos de munição de alta capacidade (para mais de dez balas) e balas perfurantes e um esforço para “fechar enormes lacunas no sistema de verificação de antecedentes no país”, segundo a Casa Branca.

O presidente dos EUA, Barack Obama, e o vice Joe Biden durante entrevista nesta quarta-feira (16) na Casa Branca (Foto: Reuters)
O presidente dos EUA, Barack Obama, e o vice Joe Biden durante entrevista nesta quarta-feira (16) na Casa Branca (Foto: Reuters)

Obama fez o anúncio acompanhado de seu vice, Joe Biden, que, em um prazo de menos de um mês, comandou a força-tarefa encarregada de preparar recomendações.

Biden entregou seu pacote a Obama depois de uma série de reuniões com representantes das indústrias de armas e entretenimento.

Obama afirmou que o país “não pode mais adiar” o controle de armas, pois isso pode provocar mais mortes, e afirmou que as medidas anunciadas nesta quarta não eximem o Congresso de legislar sobre o tema.

“O Congresso deve agir. O Congresso deve agir rápido”, disse Obama, que se comprometeu a usar toda a força política do cargo para aprovar as novas medidas.

“Estas são nossas crianças”, disse Obama, enfatizando a necessidade de protegê-las.

“Deveríamos estar pensando em nossa responsabilidade de cuidar delas e de protegê-las de danos. Esta é a primeira tarefa como sociedade: nos assegurar de que nossas crianças estejam a salvo.”

O discurso foi acompanhado por famílias de vítimas de Newtown e também por crianças que escreveram cartas ao presidente pedindo medidas contra as armas de fogo.

O vice-presidente Biden elogiou a coragem dos familiares das vítimas do massacre e de outros moradores por participarem do evento na Casa Branca.

O presidente dos EUA, Barack Obama, dá um 'high five' em menina que escreveu a ele pedindo mais controle de armas nos EUA, nesta quarta-feira (16), durante ato na Casa Branca (Foto: Reuters)
O presidente dos EUA, Barack Obama, dá um ‘high five’ em menina que escreveu a ele pedindo mais controle de armas nos EUA, nesta quarta-feira (16), durante ato na Casa Branca (Foto: Reuters)