Para CONFÚCIO, grande drama da saúde é João Paulo II

O governador Confúcio Moura (PMDB) garantiu nesta segunda-feira, 16, após abrir o I Seminário de Comunicação Pública do Governo de Rondônia, um pacote de ações para acabar com o flagelo do Pronto Socorro João Paulo II. As primeiras decisões são a compra de serviços terceirizados na rede particular, a ampliação de mais 160 leitos no Hospital de Base e a operacionalização das duas Unidades de Pronto Atendimento em Porto Velho. O Ministério da Saúde também será parceiro e encaminhará representantes para fazer um estudo detalhado dos problemas do setor e apoiar as

O governador Confúcio Moura (PMDB)

ações do Governo. “Em 90 dias depois de assumir o mandato prometi tirar os doentes do chão, mas durante o Governo percebi que a coisa era mais complicada do que minhas palavras naquele momento de entusiasmo. A prática é doída. Mas agora estamos com as bases da saúde pública e seus fundamentos compostos”, explicou o chefe do Executivo. O plano do governador é cessar o drama do João Paulo II e a partir de então melhorar todos as unidades hospitalares, inclusive com apoio das Organizações Sociais. “O nosso grande drama, que aflige muito e me atormenta é o Pronto Socorro João Paulo II. Cessada essa situação melhora bastante a margem crítica. Mas é bom frisar que em todo lugar do Brasil, prontos socorros é dramático e mais cedo ou mais tarde

sempre há um caso que escandalize, acrescentou. A introdução das OS foi prejudicada, segundo o governador, porque a Assembléia Legislativa aprovou no dia 6 de janeiro e desaprovou no mesmo dia. “Perdemos 1 ano”, reclamou. O modelo, segundo ele, não é a solução absoluta, mas é mais uma alternativa de gestão.

Grande volume do PIDISE será injetado em 2013

O maior volume de recursos do Programa Integrado de Desenvolvimento e Inclusão Socioeconômica (PIDISE) será injetado nos programas governamentais a partir do ano de 2013. Como o ano de 2012 é curto em razão das eleições municipais, o governador Confúcio Moura espera que sua equipe faça os projetos, realize as licitações e dê início no próximo ano aos trabalhos de obras públicas e os projetos de inclusão social e econômica. Nesta terça-feira, dia 17, o chefe do Executivo estará no Rio de Janeiro conversando com representantes do BNDES para saber quando poderá assinar o contrato. Mas como já foi aprovado pela Assembleia Legislativa e a linha de financiamento está aberta, os projetos já poderão ser realizados. À medida que as obras serão realizadas, o BNDES libera os recursos, segundo Confúcio, elegendo prioridades nos eixos da saúde, segurança, educação e desenvolvimento.

Deixe seu Comentário