Michel Temer: “Não há crise política no Brasil”

Michel Temer: “Não há crise política no Brasil”

Opinião do Blog do Daniel:

O Vice-presidente anda tanto com a corja do PT, que aprendeu a mentir e tentar enganar o povo igual aos petistas.
Lamentável e infeliz o comentário do vice, pois ele está buscando ajuda com o PSDB e outros partidos, para segurar o governo na possível queda da presidente Dilma. Com a queda da presidente e Temer assumindo, é o mesmo que trocar ”seis por meia duzia.”

Matéria:

Após reunião com a presidente Dilma, vice-presidente disse que o governo conta com o apoio do Congresso

O vice-presidente da República, Michel Temer, participou de entrevista com jornalistas na manhã desta segunda-feira (6) ao lado dos ministros das Cidades, Gilberto Kassab, da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, e do líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS). Os líderes falaram com a imprensa apósreunião de coordenação política com a presidente Dilma Rousseff.

Michel Temer, Vice-Presidente do Brasil
Michel Temer, Vice-Presidente do Brasil

Temer negou que há uma crise política no país. “Não temos crise política, porque significaria o fato de o governo não ter apoio do Congresso Nacional. […] Vocês veem que temos tido apoio do Congresso”, disse, segundo o G1. Para o vice-presidente, asvotações das medidas de ajuste fiscal, aprovadas pelos parlamentares, mostram que o governo conta com apoio no Congresso.

Temer foi questionado sobre esse apoio após aumentar o “clima de impeachment” no cenário político brasileiro. No domingo (5), por exemplo, durante convenção nacional do PSDB, os principais líderes políticos de oposição, entre eles Aécio Neves e Fernando Henrique Cardoso, disseram acreditar que Dilma não terminará o seu mandato.

Dilma enfrentará duas decisões complicadas nas próximas semanas. O Tribunal de Contas da União (TCU) analisará as contas do governo e as chamadas “pedaladas fiscais” da política econômica de Dilma, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgará a prestação de contas da campanha presidencial do PT. Líderes de oposição acreditam que, se uma dessas instâncias rejeitar as contas da presidente, haveria justificativa para a abertura de um processo de impeachment ou cassação.

Michel Temer, entretanto, disse que um impeachment é “impensável” e descartou a tese de que a presidente pode não terminar o mandato. “Todos nós esperamos que seja só daqui a três anos e meio [o fim do governo], quando haverá novas eleições”, disse.

A presidente Dilma viaja para a Rússia, para reunião dos BRICs (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul), na próxima terça-feira (7). Segundo a Folha de S. Paulo, a presidente decidiu convocar um encontro com os principais aliados para as 18h desta segunda. O objetivo é pedir que os aliados defendam o governo dos ataques da oposição no Congresso

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