Funk e Feminismo – Por Rachel Sheherazade

As universidades se popularizaram, e, com elas, os temas das teses de mestrado. No projeto entitulado “My Pussy é Poder”, o  Funk carioca, que fere meus ouvidos de morte, foi descrito como “manifestação cultural”.

O pior é que ele é. Pois, se cultura é tudo que o povo produz – do luxo ao lixo – lamento informar: Funk é tão cultura quanto Bossa Nova. Sinal dos tempos!

A tese da estudante Mariana Gomes, abordou, também, a possível relação entre as divas do funk – do naipe de Valeska Popozuda e Tati Quebra Barraco – e o “feminismo”.

Parece até piada! Com letras impronunciáveis para o horário e que mostram a mulher como objeto sexual, as funkeiras estão anos luz aquém do feminismo.

O projeto se propõe a estudar tudo isso a fundo. Mas. será que o assunto tem profundidade pra tanto?

 

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