Dilma diz que país enfrenta crise ‘assegurando empregos’

Ela participou de evento do ‘Brasil Sorridente’ no interior de Minas Gerais.
Servidores em greve e estudantes receberam a presidente com protesto.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta sexta-feira (10) que o Brasil vai enfrentar a crise econômica mundial assegurando o emprego da população.  “Nós hoje estamos enfrentando uma crise no mundo. O Brasil sabe que vai superar, porque temos os pés no chão. O Brasil sabe que ele vai enfrentar a crise e passar por cima dela, assegurando emprego para todos os brasileiros”, disse a presidente.

Dilma esteve em Rio Pardo de Minas, no norte de Minas Gerais, onde anunciou ampliação do programa federal “Brasil Sorridente”, que garante assistência odontológica para a população carente.

Dilma ainda enfatizou que o governo vai se dedicar a garantir o emprego de quem não tem estabilidade. “O que o meu governo vai fazer é assegurar empregos para a parte da população mais frágil, que não tem direito à estabilidade, que sofre porque muitas vezes esteve desempregado. Queremos todos os brasileiros empregados, ganhando salário e recebendo serviços públicos de qualidade”, disse.

Manifestantes
Professores de universidades federais de Minas e estudantes universitários aproveitaram a passagem de Dilma pela cidade para fazer uma manifestação pela  reabertura das negociações do governo federal com a categoria dos professores federais, que está em greve.

Diversos setores do funcionalismo federal estão em greve. Nessa quinta-feira (9), o Ministério do Planejamento anunciou que vai receber os sindicatos representantes dos grevistas entre os dias 13 e 27 de agosto, para uma rodada de negociações. Termina no dia 31 de agosto o prazo para incluir reajustes com pessoal no Projeto de Lei Orçamentária.

O governo já fez as contas do impacto causado ao orçamento do país caso as reinvindicações de todas as categorias de todos os poderes fossem atendidas – incluindo aumento salarial e reestruturação de carreiras. Segundo cálculos do Planejamento, o gasto adicional na folha de pagamento seria de R$ 92,2 bilhões, o que equivale a 2% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) do país.

Fonte: G1.globo.com

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