Combinação de remédios ameniza forma mais agressiva da malária, a cerebral

Um novo tipo de anti-inflamatório pode dar esperança às pessoas que sofrem de malária cerebral, a forma mais mortal da doença transmitida pelo mosquito Anopheles. Cientistas de quatro universidades testaram o peptídeo regulador de defesa inata 1018 (IDR-1018) em ratos de laboratório e descobriram que, combinado com antimaláricos comuns, o tratamento aumentou a taxa de cura das cobaias. Os autores do estudo, publicado ontem na revista Science Translational Medicine, acreditam que esse experimento pode facilitar os testes de novas drogas antimaláricas ou até mesmo ser um passo para prevenir as sequelas deixadas nos pacientes infectados pela faceta mais grave da doença.

O estudo tem autoria do Walter and Eliza Hall Institute de pesquisas médicas e da universidade de Melbourne, na Austrália. Também participaram da pesquisa representantes das universidades canadenses de British Columbia e de Simon Faser, além do Departamento de Agricultura e Desenvolvimento em Alimentos (Teagasc, na sigla em inglês) da Irlanda.

Fonte: Correiobraziliense.com.br

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